Porquê fingir que não estamos mal, dizer que não precisamos de ajuda se no fim do dia damos por nos deitados na cama a olhar para o vazio e a pensar como chegámos naquele ponto onde já não há mais volta a dar. Não vale a pena voltar a trás, pensar como seria se…
Sabemos que demos o nosso melhor apesar de tantas vezes isso não ser o suficiente, fizemos por isso, tentamos e voltamos a tentar se não conseguimos não foi culpa nossa, apenas era um fardo demasiado pesado para os nossos ombros.
Por vezes temos de por nas mãos dos outros as nossas forças, as nossas esperanças e o nosso alento pois eles nos podem ajudar e com uma grande corda nos tirar do mais fundo poço e nos dar a luz do dia novamente.
Temos de passar por muitas nuvens na nossa vida mas no fim de tantas tempestades o sol há-de surgir, pode ser fraco ao início, mas no fim do dia era ser mais forte…
terça-feira, 28 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Foo Fighters - "Best Of You"
Quando nos julgamos tão parvos e tontos que queremos quebrar com tudo o que nos faz retornar para aquela pessoa parva que fomos no passado e que nos atormenta a cada passo. Agora no presente podemos tentar ter muitas caras diferentes, oprimir o passado trancado dentro do cofre, mas ele escapa, ele tem vida própria é como uma alma cedente de sangue, quer me engolir, me reter…
É mais difícil lutarmos contra nos próprios que conta os outros, porque nos apetece morder o nosso corpo, as nossas memórias, todas as duvidas, todos os erros cometidos no passado, sem pensar nas palavras erradas dos momentos certos, das pessoas que conhecemos que nos fizeram fracassar.
O riso, o sopro, a esperança falhada, a falta de pensar, o não querer saber porque, o dispensar ser preciso viver, e não respeitarmos que somos apenas um, quando não nos vêem pelo que somos, mas pelo que mostramos, como um pedaço de carne, que sacia a fome e depois se deita os restos fora, pela qual não se tem respeito, amor, compaixão…
Porque não…ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
É mais difícil lutarmos contra nos próprios que conta os outros, porque nos apetece morder o nosso corpo, as nossas memórias, todas as duvidas, todos os erros cometidos no passado, sem pensar nas palavras erradas dos momentos certos, das pessoas que conhecemos que nos fizeram fracassar.
O riso, o sopro, a esperança falhada, a falta de pensar, o não querer saber porque, o dispensar ser preciso viver, e não respeitarmos que somos apenas um, quando não nos vêem pelo que somos, mas pelo que mostramos, como um pedaço de carne, que sacia a fome e depois se deita os restos fora, pela qual não se tem respeito, amor, compaixão…
Porque não…ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Jason Mraz - I'm Yours
Acordando como se de um sonho se tratasse, como em tantas outras manha abro os olhos meio a dormir e tiro os pés da cama, corro para lavar a cara o mais rápido possível, quero aproveitar o dia, e vou ate á rua e lá… vejo as nuvens como nunca antes, elas estão azuis ás risquinhas brancas…
É estranho nunca as tinha visto assim, tão belas, tão subtis, tão magnificamente puras, se calhar nunca as tinha visto de verdade, nunca as tinha sentido como agora, nunca as tinha agarrado e vivido a sua essência, e então flutuo subo ate elas, toco-lhes, são do mais fofo algodão, da mais pura carícia que podia sentir nas minhas mãos.
Sentada nas nuvens tão belas e tão diferentes vejo o mundo lá em baixo, muito mais perto de mim do que quando estava lá em baixo e via as nuvens, parece um mundo tão confuso e de tantas cores que ate nos baralha para onde devemos olhar, é tão estranho visto de cima, só me apetecia puxa-los a todos cá para cima para poderem ver como tudo é tão lindo visto de cima, tão livre e tão leve… Sentindo aquele azul e branco tão ténue, mas tão vivo…
É estranho nunca as tinha visto assim, tão belas, tão subtis, tão magnificamente puras, se calhar nunca as tinha visto de verdade, nunca as tinha sentido como agora, nunca as tinha agarrado e vivido a sua essência, e então flutuo subo ate elas, toco-lhes, são do mais fofo algodão, da mais pura carícia que podia sentir nas minhas mãos.
Sentada nas nuvens tão belas e tão diferentes vejo o mundo lá em baixo, muito mais perto de mim do que quando estava lá em baixo e via as nuvens, parece um mundo tão confuso e de tantas cores que ate nos baralha para onde devemos olhar, é tão estranho visto de cima, só me apetecia puxa-los a todos cá para cima para poderem ver como tudo é tão lindo visto de cima, tão livre e tão leve… Sentindo aquele azul e branco tão ténue, mas tão vivo…
sábado, 20 de setembro de 2008
better together- jack johnson
tentando ver a lua eu fui, caminharei e nessa busca incessante pela sua face mais iluminada fui por caminhos tortos, por terra batida e combros, mas quando cheguei ao topo e a vi mais brilhante que tudo, tudo aquilo e muito mais tinha valido a pena. Pensava que naquela noite não a iria ver, mais parecia demasiado envolta por uma nuvem de fumo, mas no final de contas sempre la esteve.
Vendo luzes e mais luzes parecia tudo tão perfeito e tão livre, e eu sentia o ar passar me entre os dedos quando finalmente fui obrigada a regressar á realidade com o embate mais marcante e da forma mais cruel. Foi estúpido foi nego, e mais tarde regressou.
Mas apesar de tudo, das lágrimas, das gargalhadas, dos sorrisos, dos olhos, das musicas e das pessoas, no final tudo era bom e era só afastar o que não queria mesmo e tudo encaixava como um puzzel é muito esquecido.
E quando acordei avia um cheiro diferente como se a minha pele fosse inundada pela magia da lu e tivesse agora um novo aroma que eu não conseguia nem queria definir, porque no final de contas assim sabe muito mais a doce, como uma chucha a uma criança.
Vendo luzes e mais luzes parecia tudo tão perfeito e tão livre, e eu sentia o ar passar me entre os dedos quando finalmente fui obrigada a regressar á realidade com o embate mais marcante e da forma mais cruel. Foi estúpido foi nego, e mais tarde regressou.
Mas apesar de tudo, das lágrimas, das gargalhadas, dos sorrisos, dos olhos, das musicas e das pessoas, no final tudo era bom e era só afastar o que não queria mesmo e tudo encaixava como um puzzel é muito esquecido.
E quando acordei avia um cheiro diferente como se a minha pele fosse inundada pela magia da lu e tivesse agora um novo aroma que eu não conseguia nem queria definir, porque no final de contas assim sabe muito mais a doce, como uma chucha a uma criança.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
"A vida dá muitas voltas" Nuno Barroso
Correndo no meio destas grades que me libertam
Entrelaço os dedos e respiro fundo
No meio das voltas da vida não sei o que fazer
Porque olhando para trás não sei o porquê
Tudo é estranho no meio das folhas e nas sombras das árvores
Confundo o não sentir
É o acabou
Não sei o quê
Não quero saber
Porque parar é morrer
Não vou deixar de remar
Enquanto a roda da vida girar eu estou
Olhar para trás não vale a pena
Só à frente está o sentido obrigatório
A corrida já deu início
Não sei o fica a meta
Desconheço o andar,
Mas vou
Numa estrada da qual não me ensinaram o caminho
Onde me largaram sozinha
Ao caminhar aprende-se a andar
E ao ver e viver
Para não calar a fúria
Engoli seco a falta das respostas
Porque Alguém me dá o que preciso não saber
Destruindo um pouco cá dentro, cresço
Porque a vida dá muitas voltas
Não podemos prever o que o espaço nos reserva
Já quis ser diferente
Já quis ser maior
Agora já só quero ser eu
Entrelaço os dedos e respiro fundo
No meio das voltas da vida não sei o que fazer
Porque olhando para trás não sei o porquê
Tudo é estranho no meio das folhas e nas sombras das árvores
Confundo o não sentir
É o acabou
Não sei o quê
Não quero saber
Porque parar é morrer
Não vou deixar de remar
Enquanto a roda da vida girar eu estou
Olhar para trás não vale a pena
Só à frente está o sentido obrigatório
A corrida já deu início
Não sei o fica a meta
Desconheço o andar,
Mas vou
Numa estrada da qual não me ensinaram o caminho
Onde me largaram sozinha
Ao caminhar aprende-se a andar
E ao ver e viver
Para não calar a fúria
Engoli seco a falta das respostas
Porque Alguém me dá o que preciso não saber
Destruindo um pouco cá dentro, cresço
Porque a vida dá muitas voltas
Não podemos prever o que o espaço nos reserva
Já quis ser diferente
Já quis ser maior
Agora já só quero ser eu
quarta-feira, 28 de maio de 2008
"Everything" Vertical Horizon
Sinto-me como um grito que sai de mim em direcção ao céu
Um grito mudo, calado e barulhento
Saindo debaixo desta pele marcada pelo sol, onde vivem erros escondidos, gritando
Queria dizer tanta coisa a tanta gente que me fez mal
Dizer que não sou capaz de oprimir mais e digo “odeio-te” de boca cerrada
Porque não posso dizer o que penso nem o que sinto
Calada oprimo o quanto te queria ofender, a ti e a toda a gente por quem ganho uma raiva desmedida por tudo o que se passou
Porque me marcou cada gesto, cada promessa quebrada, cada abraço por dar, cada palavra perdida
Cada engano
Numa ilha secreta longe do real eu me refugiei tentando fugir de mim mesma
Vejo imagens sem fim na minha cabeça todas me dizendo o ódio que tenho, a magoa que fere e não deixa que estas se desvaneçam
Porque é tão frio?
Tão difícil pensar no meio de tanto gelo, onde sinto os meus pés quentes e distantes sem quererem andar e os olhos a não fechar só para não acordar
Odeio ter tido a certeza e não ter feito nada
Odeio ter tentado e esforçado ate a corda partir e eu cair no chão enlameado perdida e sozinha
Porque não posso mostrar o quanto por ti tenho pena e raiva escondida, porque assim eu é que seria a má
Não consigo pensar racionalmente quando as feridas me cegam e tu reprimes o meu espaço para teu bom proveito
Poemas que já não fazem sentido e casas de pedra já em cacos assombram o meu imaginário, no meio de cartas e bilhetes, sorrisos e muitas lágrimas
Quero partir-te ao meio e esquecer que existes
Porque agora tenho vida, mas não a impinjo a ti então pára, e dá-me espaço
Vai para o canto onde pertences e leva-a contigo, mas não venham para minha frente dizer estou aqui com ela, ela e eu
Porque de vos só sinto nojo afasta de mim essa visão
Poupa-me do teu perfume e do teu olhar de vitória
Dá-me o meu espaço e a minha liberdade
Um grito mudo, calado e barulhento
Saindo debaixo desta pele marcada pelo sol, onde vivem erros escondidos, gritando
Queria dizer tanta coisa a tanta gente que me fez mal
Dizer que não sou capaz de oprimir mais e digo “odeio-te” de boca cerrada
Porque não posso dizer o que penso nem o que sinto
Calada oprimo o quanto te queria ofender, a ti e a toda a gente por quem ganho uma raiva desmedida por tudo o que se passou
Porque me marcou cada gesto, cada promessa quebrada, cada abraço por dar, cada palavra perdida
Cada engano
Numa ilha secreta longe do real eu me refugiei tentando fugir de mim mesma
Vejo imagens sem fim na minha cabeça todas me dizendo o ódio que tenho, a magoa que fere e não deixa que estas se desvaneçam
Porque é tão frio?
Tão difícil pensar no meio de tanto gelo, onde sinto os meus pés quentes e distantes sem quererem andar e os olhos a não fechar só para não acordar
Odeio ter tido a certeza e não ter feito nada
Odeio ter tentado e esforçado ate a corda partir e eu cair no chão enlameado perdida e sozinha
Porque não posso mostrar o quanto por ti tenho pena e raiva escondida, porque assim eu é que seria a má
Não consigo pensar racionalmente quando as feridas me cegam e tu reprimes o meu espaço para teu bom proveito
Poemas que já não fazem sentido e casas de pedra já em cacos assombram o meu imaginário, no meio de cartas e bilhetes, sorrisos e muitas lágrimas
Quero partir-te ao meio e esquecer que existes
Porque agora tenho vida, mas não a impinjo a ti então pára, e dá-me espaço
Vai para o canto onde pertences e leva-a contigo, mas não venham para minha frente dizer estou aqui com ela, ela e eu
Porque de vos só sinto nojo afasta de mim essa visão
Poupa-me do teu perfume e do teu olhar de vitória
Dá-me o meu espaço e a minha liberdade
domingo, 13 de abril de 2008
"One more chance" Will.I.Am
Saudades do ritmo e das formas que me alistam na sua presença
Dançando de maneira impar, calo as penas que suplicam por algo mais
Crio e recrio algo k me faz assim
Mordendo com a alma cada calor da nota, do lalala do calçado que me suporta
Dia e noite
Não há bis tudo é diferente e autónomo, único, como cada gota de chuva
Cada paço um lugar escondido de amor e luar
Queres dançar?
Lalalala
Só de pernas no ar consumo o ar que me envolve, não sabendo bem quem envolve quem
Sem pensar nas acções fazem-se apostas não vãs, mas audazes
Lutando
Oportunidades remetidas a um universo já vivido, onde cada palavra já foi consumida
Fumo de isqueiro perdido no ar
Dança de incenso perfumando o ambiente á luz de vela
Acalmando
Fogo
Dançando de maneira impar, calo as penas que suplicam por algo mais
Crio e recrio algo k me faz assim
Mordendo com a alma cada calor da nota, do lalala do calçado que me suporta
Dia e noite
Não há bis tudo é diferente e autónomo, único, como cada gota de chuva
Cada paço um lugar escondido de amor e luar
Queres dançar?
Lalalala
Só de pernas no ar consumo o ar que me envolve, não sabendo bem quem envolve quem
Sem pensar nas acções fazem-se apostas não vãs, mas audazes
Lutando
Oportunidades remetidas a um universo já vivido, onde cada palavra já foi consumida
Fumo de isqueiro perdido no ar
Dança de incenso perfumando o ambiente á luz de vela
Acalmando
Fogo
terça-feira, 25 de março de 2008
"Smells like teen spirit" Nirvana
Numa sede com nunca, vejo-me mergulhar sem medo numa experiência nova, numa nova vida, contida num mundo estranho sinto o meu corpo a desintegra-se a ser o que não era á muito, sentir vida.
Sinto-o a voar tão alto, deixando-se levar para longe, foge-me, encontrando-me cada vez mais, com se mais longe mais perto
Depois de tão em baixo, de tanta desilusão, de tanto fazer por anda, agora sinto mais quente, mais viva, mais ser eu, como nunca, adoro.
Deixando-me levar, sinto o vento, as curvas, a noite, o frio, a chama ardente como nunca.
Só quero continuar assim, já não me vejo de outra maneira, só quero quebrar todos os elos, libertar as correntes, andar por ai a vaguear no meu caminho, de margens longas, não há crise, não há limite, não há pensar.
O sorriso louco, a palmada no ar, aquele sopro vivo que te empurra, cada gesto é sentido, cada emoção no tocar da pele, cada suspiro longo.
Sinto-o a voar tão alto, deixando-se levar para longe, foge-me, encontrando-me cada vez mais, com se mais longe mais perto
Depois de tão em baixo, de tanta desilusão, de tanto fazer por anda, agora sinto mais quente, mais viva, mais ser eu, como nunca, adoro.
Deixando-me levar, sinto o vento, as curvas, a noite, o frio, a chama ardente como nunca.
Só quero continuar assim, já não me vejo de outra maneira, só quero quebrar todos os elos, libertar as correntes, andar por ai a vaguear no meu caminho, de margens longas, não há crise, não há limite, não há pensar.
O sorriso louco, a palmada no ar, aquele sopro vivo que te empurra, cada gesto é sentido, cada emoção no tocar da pele, cada suspiro longo.
quinta-feira, 13 de março de 2008
"This I Swear" Nick Lachey
Quando pensamos estar tudo acabado,
Não ter mais nada,
Não ter esperança,
Ter sido tudo levado.
Atarantada,
Apareça uma nova temperança.
Sem saber o porque,
Um envolver,
Um reter,
Algo que apanha,
Onde te emaranhas,
Lugar perdido no vazio,
Onda há luar e canção.
Todos pensão,
Ser só mais um, vadio,
Mas eu não,
É diferente,
Tento pensar que sim,
Sei que é eminente,
O mais importante para mim.
Não tentando evitar,
Deixo levar,
E tudo é perfeito,
Á minha medida foi feito.
Sinto-me eu
E tudo meu
Não ter mais nada,
Não ter esperança,
Ter sido tudo levado.
Atarantada,
Apareça uma nova temperança.
Sem saber o porque,
Um envolver,
Um reter,
Algo que apanha,
Onde te emaranhas,
Lugar perdido no vazio,
Onda há luar e canção.
Todos pensão,
Ser só mais um, vadio,
Mas eu não,
É diferente,
Tento pensar que sim,
Sei que é eminente,
O mais importante para mim.
Não tentando evitar,
Deixo levar,
E tudo é perfeito,
Á minha medida foi feito.
Sinto-me eu
E tudo meu
quinta-feira, 6 de março de 2008
"No one" Alicia Keys
Como se o meu corpo fosse tomado
Tombado
Doe em cada respirar
Magoa em cada tocar
Algo que me fere
Que me arranha
Tudo em mim interfere
Tudo se entranha
Os sentidos baralhados
Congelados
Com frio
Cada arrepio
Por mais cal e pedras
Mais chuva, mais trevas
Continua aquele sorrir
Quase a pedir
Atenção! Porque tudo é complicado
Tudo mexe
Nem por um bocado
A vida não me esquece
Sinto cada limalha
Cada ferida
Cada falha
Em mim fendida
Como queria ver melhor
Sentir, cheirar
Mas a dor é maior
Quase sem respirar
Seguindo em frente
Sem pensar
Atrás da gente
Apenas a levar
Tombado
Doe em cada respirar
Magoa em cada tocar
Algo que me fere
Que me arranha
Tudo em mim interfere
Tudo se entranha
Os sentidos baralhados
Congelados
Com frio
Cada arrepio
Por mais cal e pedras
Mais chuva, mais trevas
Continua aquele sorrir
Quase a pedir
Atenção! Porque tudo é complicado
Tudo mexe
Nem por um bocado
A vida não me esquece
Sinto cada limalha
Cada ferida
Cada falha
Em mim fendida
Como queria ver melhor
Sentir, cheirar
Mas a dor é maior
Quase sem respirar
Seguindo em frente
Sem pensar
Atrás da gente
Apenas a levar
segunda-feira, 3 de março de 2008
"Dont stop the music" Rihanna
Querendo resolver tudo, passa mais um dia em que não se conseguiu fazer nada. Porque nem sempre as coisas dependem só de nós e da nossa vontade vs coragem, são mais as vezes em que se envolvem bem mais coisas com as quais não queremos lidar e evitamos, tentando que num amanha teremos coragem para o fazer.
Quando o tempo parece fugir e fica de má cara, voltando-nos as costas e mostrando só um leve apontamento de negro, onde já nem entra sol pela minha janela apenas cinzas fracas, que me deixam sentir apenas o frio de um dia de cara cinzenta e triste, onde o sol esta impedido de brilhar, renegado de nascer, mas onde em breve chegará a noite e com ela o novo alento de ate ao fim do dia fazer algo de bom e compensador, que me faça mexer em algo e não só ficar a espera de tudo. Mas é tão complicado quando pensamos em tanta coisa ao mesmo tempo e não podemos fazer tudo o que nos vem á mente porque seria contra a lei do que é normal e aceitável perante todos.
E há esta musica que não se cala dentro de mim, não me deixando respirar nem por um segundo, forçando-me a tentar ver quando ofuscada por todas estas luzes de varias cores que não me deixam ver a estrada e já não sei se ainda vou dentro dela, ou se já me encontro perdida algures na sua berma, afastada de tudo o que é real.Tentando enganar os sentidos finjo ser o não sei quem de melhor, no não sei quem de vida, nas não sei quais esperanças perdidas, sentindo o vento mais forte tento agora com cada vez mais medo de mexer os pés e ser levada pelo vento para longe do meu lugar, por isso continuo aqui, medindo os passos e o caminho, á espera que venha apenas uma leve brisa que me acompanhe e me deixe naquele lugar não sei onde, perdido no meio daquele nada de tudo
Quando o tempo parece fugir e fica de má cara, voltando-nos as costas e mostrando só um leve apontamento de negro, onde já nem entra sol pela minha janela apenas cinzas fracas, que me deixam sentir apenas o frio de um dia de cara cinzenta e triste, onde o sol esta impedido de brilhar, renegado de nascer, mas onde em breve chegará a noite e com ela o novo alento de ate ao fim do dia fazer algo de bom e compensador, que me faça mexer em algo e não só ficar a espera de tudo. Mas é tão complicado quando pensamos em tanta coisa ao mesmo tempo e não podemos fazer tudo o que nos vem á mente porque seria contra a lei do que é normal e aceitável perante todos.
E há esta musica que não se cala dentro de mim, não me deixando respirar nem por um segundo, forçando-me a tentar ver quando ofuscada por todas estas luzes de varias cores que não me deixam ver a estrada e já não sei se ainda vou dentro dela, ou se já me encontro perdida algures na sua berma, afastada de tudo o que é real.Tentando enganar os sentidos finjo ser o não sei quem de melhor, no não sei quem de vida, nas não sei quais esperanças perdidas, sentindo o vento mais forte tento agora com cada vez mais medo de mexer os pés e ser levada pelo vento para longe do meu lugar, por isso continuo aqui, medindo os passos e o caminho, á espera que venha apenas uma leve brisa que me acompanhe e me deixe naquele lugar não sei onde, perdido no meio daquele nada de tudo
domingo, 2 de março de 2008
"Best of you" Foo Fighters
Com tantos pensamentos difíceis de ordenas, lutando para saber quais deles são reais e quais me levam apenas ao infinito dos meus medos mais obscuros. Não sei se posso rir agora ou se chorar saberia melhor, mas só sei que por agora fico apenas a pensar tentar desemaranhar todos os fios, separando as cores e as dores, mas é difícil perceber onde estão as pontas e até que ponto se podem largar.
Como que um quadro inacabado a minha vida parece pintada na pressa de quem não sabe o que viver primeiro e acumula tudo ao mesmo tempo, baralhado á força da espada e mantendo firme contra a parede, forçando o infinito a confinar-se em escolhas fáceis, decisões adiadas e pensamentos de “faço depois”.
Não sabendo bem o que fazer acabo por me retrair e quando tento fazer algo meto os pés pelas mãos, como se ferisse quem me acompanha, apunhalando quem me acolhe, ou será que apenas revelando o que penso? Porque ás vezes é difícil aceitar o que sentimos e saber o que dizer ou fazer sem magoar ninguém. Isso torna-nos fracos e mentirosos pois já não é o que queremos, mas sim o que os outros esperam de nós e precisam de ouvir da nossa parte, algo que os fará ficar contentes enquanto nós ardemos por dentro.
Com um buraco aberto no peito do tamanho de um queijo, de onde verte sangue e água, lágrimas e sorrisos, num conjunto de vozes que se sufocam e se completam, só queria não saber o porquê de todo o saber das coisas, de toda a vida humana, sem sentido de orientação no meio de um rio onde não vejo o mar. Só queria nadar um pouco enquanto não fica frio lá fora e o vento não corta.
Como que um quadro inacabado a minha vida parece pintada na pressa de quem não sabe o que viver primeiro e acumula tudo ao mesmo tempo, baralhado á força da espada e mantendo firme contra a parede, forçando o infinito a confinar-se em escolhas fáceis, decisões adiadas e pensamentos de “faço depois”.
Não sabendo bem o que fazer acabo por me retrair e quando tento fazer algo meto os pés pelas mãos, como se ferisse quem me acompanha, apunhalando quem me acolhe, ou será que apenas revelando o que penso? Porque ás vezes é difícil aceitar o que sentimos e saber o que dizer ou fazer sem magoar ninguém. Isso torna-nos fracos e mentirosos pois já não é o que queremos, mas sim o que os outros esperam de nós e precisam de ouvir da nossa parte, algo que os fará ficar contentes enquanto nós ardemos por dentro.
Com um buraco aberto no peito do tamanho de um queijo, de onde verte sangue e água, lágrimas e sorrisos, num conjunto de vozes que se sufocam e se completam, só queria não saber o porquê de todo o saber das coisas, de toda a vida humana, sem sentido de orientação no meio de um rio onde não vejo o mar. Só queria nadar um pouco enquanto não fica frio lá fora e o vento não corta.
sábado, 1 de março de 2008
"Lança Perfume" Rita Lee
Por mais que queiramos ás vezes nada está a nossa disposição, não podemos vencer o mundo á nossa volta, rendermo-nos? Também não faz a nossa cara, mas valerá a pena lutar? Valerá a pena bater tantas vezes com a cabeça nas paredes?
O ser humana precisa mesmo disto, é o que os distingue de tudo o resto, procuramos nos filmes, nas canções, no ar, mas é tão difícil de encontrar e quando surge foge mais rápido do que se possa agarrar. Deixando-nos apenas com um leve aroma do que poderia ser e não é mais
Pensamos tanto em não pensar e ficamos sem saber o que estamos a evitar. Andando como camaleão, tentamos envolver-nos com o mundo, ate ele nos expulsar com um pontapé, nesse momento temos de recomeçar sacudindo a poeira do casaco, pensando que não vamos tombar mais
Tentando não tentar, no pensar de quem não pensa
O ser humana precisa mesmo disto, é o que os distingue de tudo o resto, procuramos nos filmes, nas canções, no ar, mas é tão difícil de encontrar e quando surge foge mais rápido do que se possa agarrar. Deixando-nos apenas com um leve aroma do que poderia ser e não é mais
Pensamos tanto em não pensar e ficamos sem saber o que estamos a evitar. Andando como camaleão, tentamos envolver-nos com o mundo, ate ele nos expulsar com um pontapé, nesse momento temos de recomeçar sacudindo a poeira do casaco, pensando que não vamos tombar mais
Tentando não tentar, no pensar de quem não pensa
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
“Too Bad” Nickelback
No meio de tanto
Mas temos de fugir
Temos de nos isolar o pranto
Desistir?
Comendo do que aparece
Lutando enquanto não escurece
É demasiado duro
Muito carga
Peso bruto excessivo
Amarga
Desmedindo o adeus
Sem saber onde estar
Não deixando falar
Sem os olhos teus
Abandono?
Quando não há ar
Um gás asfixiante
Consome o que ficar
Define
Pondo as mãos para cima
Entendendo a extensão
Não pensando no clima
Fazendo, atenção
Será cair?
Ou será só demasiado mau
Quando o tempo não chega
Por vezes é demais
Onde não a casa leda
Abrigo de ventos tais
No meio da espada
Riu calada
Is too bad??
Mas temos de fugir
Temos de nos isolar o pranto
Desistir?
Comendo do que aparece
Lutando enquanto não escurece
É demasiado duro
Muito carga
Peso bruto excessivo
Amarga
Desmedindo o adeus
Sem saber onde estar
Não deixando falar
Sem os olhos teus
Abandono?
Quando não há ar
Um gás asfixiante
Consome o que ficar
Define
Pondo as mãos para cima
Entendendo a extensão
Não pensando no clima
Fazendo, atenção
Será cair?
Ou será só demasiado mau
Quando o tempo não chega
Por vezes é demais
Onde não a casa leda
Abrigo de ventos tais
No meio da espada
Riu calada
Is too bad??
“Get over it” Avril Lavigne
A dormir ou acordada?
Qual será a verdade
E qual a fantasia
Onde é o meu lugar?
Será que tenho destino
Tenho apoio, tenho refúgio?
Cansada e calada
Não será nada pior que isso
Só queria algo de...
Será difícil de perceber
Algo sem continuidade, sem razão nem pensamento
Em baixo caio
Sem mãos k agarrem as lágrimas
Correndo descontinuas
Barram o meu rosto
Deixam-me difusa
Não me deixes acompanhada
Será difícil de definir algo sem definição
Com que letras se escrevem o que n existe?
Com a maneiras certas de marcar o incerto
Passa em frente
Enfrenta
Barra a saída
Caminha sem medos
Ou senta e espera que mudem as cores
Só tu sabes o que fazer
Não me compete a mim
Porque já não sou eu
Não sei
Já não me lembro dos meus olhos
Não me encontro
Sentindo-me passo em frente
Será difícil de encarar o sol?
Tens de o fazer mesmo assim…
Qual será a verdade
E qual a fantasia
Onde é o meu lugar?
Será que tenho destino
Tenho apoio, tenho refúgio?
Cansada e calada
Não será nada pior que isso
Só queria algo de...
Será difícil de perceber
Algo sem continuidade, sem razão nem pensamento
Em baixo caio
Sem mãos k agarrem as lágrimas
Correndo descontinuas
Barram o meu rosto
Deixam-me difusa
Não me deixes acompanhada
Será difícil de definir algo sem definição
Com que letras se escrevem o que n existe?
Com a maneiras certas de marcar o incerto
Passa em frente
Enfrenta
Barra a saída
Caminha sem medos
Ou senta e espera que mudem as cores
Só tu sabes o que fazer
Não me compete a mim
Porque já não sou eu
Não sei
Já não me lembro dos meus olhos
Não me encontro
Sentindo-me passo em frente
Será difícil de encarar o sol?
Tens de o fazer mesmo assim…
“He Wasn’t” Avril Lavigne
Os dias têm de mudar hoje
Vão ser diferentes
Já não vai haver preocupação
De lado os sentimentos maus
Estou-me nas tintas
Farta de tudo
Vou-me divertir
Vou saltar
Vou me afundar nas nuvens
Queres ajudar?
Podes entrar mas não feches a porta
Já é tempo de partir
Tenho mais que fazer
Vou sair
Vens ou ficas?
Chega de cama
De remorsos
De mau humor
Chega
Porque lá fora há sol
Aproveito enquanto me sinto em sol
Antes que ele fuja
Estas ouvir ou só finges?
Vou voar para longe
Correr riscos
Vai ser hoje
Só preciso de um empurrão
Se uma ajudinha
Vou melhorar alguma coisa sim…
Vão ser diferentes
Já não vai haver preocupação
De lado os sentimentos maus
Estou-me nas tintas
Farta de tudo
Vou-me divertir
Vou saltar
Vou me afundar nas nuvens
Queres ajudar?
Podes entrar mas não feches a porta
Já é tempo de partir
Tenho mais que fazer
Vou sair
Vens ou ficas?
Chega de cama
De remorsos
De mau humor
Chega
Porque lá fora há sol
Aproveito enquanto me sinto em sol
Antes que ele fuja
Estas ouvir ou só finges?
Vou voar para longe
Correr riscos
Vai ser hoje
Só preciso de um empurrão
Se uma ajudinha
Vou melhorar alguma coisa sim…
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
"Open your eyes" Snow Patrol
Emergindo da viagem pálida
Rápida do tempo
Sugando cada momento
Passando rapidamente sem travões
Sem marcha-atrás,
É complicado
No fim do caminho sem saída
Sem saber o percurso,
Entrando em becos sem saída
Sem ver a luz do dia
Se calhar não precisas dizer nada
Quando o silencio significa tanto
Fica apensas calado a ouvir o nada
Apensas expectante a olhar um tecto sem cor
À espera de um sinal
Levanta-te e acorda
Liberta-te do que te mete medo
Pula bem alto sem cair ao chão
Abrindo as asas aprende a voar
Passa minutos
Tempo infinito a andar
Olhando o som da vida
Com o movimento do ar
Dizendo algo que nada faz lembrar
Sem significado aparente
O olhar mais fraco sem vontade
Cansado de lutar ou de parar?
Continuas assim?
Não respondas, não penses
Não faças nada
Apenas vive
Diz que estás vivo
(…)
Que cresça como uma criança
Pelos enredos dos laços
Alegre com o sol e brincando na chuva
Montando mundos
Construindo o futuro e vivendo o presente
Estranhamente vivendo sem precisar de pensar
Rápida do tempo
Sugando cada momento
Passando rapidamente sem travões
Sem marcha-atrás,
É complicado
No fim do caminho sem saída
Sem saber o percurso,
Entrando em becos sem saída
Sem ver a luz do dia
Se calhar não precisas dizer nada
Quando o silencio significa tanto
Fica apensas calado a ouvir o nada
Apensas expectante a olhar um tecto sem cor
À espera de um sinal
Levanta-te e acorda
Liberta-te do que te mete medo
Pula bem alto sem cair ao chão
Abrindo as asas aprende a voar
Passa minutos
Tempo infinito a andar
Olhando o som da vida
Com o movimento do ar
Dizendo algo que nada faz lembrar
Sem significado aparente
O olhar mais fraco sem vontade
Cansado de lutar ou de parar?
Continuas assim?
Não respondas, não penses
Não faças nada
Apenas vive
Diz que estás vivo
(…)
Que cresça como uma criança
Pelos enredos dos laços
Alegre com o sol e brincando na chuva
Montando mundos
Construindo o futuro e vivendo o presente
Estranhamente vivendo sem precisar de pensar
"All the same" Sick Puppies
Por vezes vive-mos como quem não vê o mundo
Esquecendo o tanto k há á nossa volta
Ignorando o que nos faz falta
Lutamos para manter não sei o quê
E se aproveitássemos mais?
Vivendo o dia
E não deixando que finde antes de algo bom acontecer
Fazendo algo que nos ajude a dar sentido
Algo que nos ajude a fazer caminho
Dias que partem sem volta
Se estamos por pouco tempo como aproveitar?
Lutando
Não nos preocupando tanto com a pressa de ser mais
Mas sim com o que nos completa
Ser quem somos
Dando o que nos é importante
Não vale a pena tanta coisa
Mas muitas valem mais que milhões
E levamos para onde quer que formos
Mais tarde num longínquo universo
Esquecendo o tanto k há á nossa volta
Ignorando o que nos faz falta
Lutamos para manter não sei o quê
E se aproveitássemos mais?
Vivendo o dia
E não deixando que finde antes de algo bom acontecer
Fazendo algo que nos ajude a dar sentido
Algo que nos ajude a fazer caminho
Dias que partem sem volta
Se estamos por pouco tempo como aproveitar?
Lutando
Não nos preocupando tanto com a pressa de ser mais
Mas sim com o que nos completa
Ser quem somos
Dando o que nos é importante
Não vale a pena tanta coisa
Mas muitas valem mais que milhões
E levamos para onde quer que formos
Mais tarde num longínquo universo
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
"O anzol" Radio Macau
Num sabor de mil cores
Sinto a energia de uma criança
Num céu mar claro
Canto e danço de entusiasmo
Relembrando cada foto
E cada lembrança
Sou como o sol
Pulando ate ao infinito
Calando passos na minha despedida
Chego a estar perdida na minha entrada
Abanando a cabeça
Apenas canto
Sou como o sol
Brincando no meio das ondas
Sinto aquele calor
Mergulhado de sal
Sou como o sol
Sinto a energia de uma criança
Num céu mar claro
Canto e danço de entusiasmo
Relembrando cada foto
E cada lembrança
Sou como o sol
Pulando ate ao infinito
Calando passos na minha despedida
Chego a estar perdida na minha entrada
Abanando a cabeça
Apenas canto
Sou como o sol
Brincando no meio das ondas
Sinto aquele calor
Mergulhado de sal
Sou como o sol
"Always" Bon Jovi
Amor
O que é o amor afinal?
Que nos faz tanto mal e tanto bem
Algo que nos agarra
Nascera de onde? Surgirá porquê?
Só se sente
Deixando-nos inundados de algo sem controlo
Por mais que escondido
Ele parece saltar da nossa boca
Passear pelos nossos dedos
Não nos deixando em paz
Arrebatando-nos
Se a paixão é um prenuncio
O que é um gostar afinal?
E o que difere um querer dum desejar
Quando se passa para algo mais profundo?
Com tantas palavras á disposição
Nenhuma parece ser a certa
Evito dize-las com medo de me contaminar
Ou de as extorquir
Será difícil um feitiço destes
Como se desfaz a dor?
Queria saber o que fazer, mas não me cabe a mim
Porque nos deixa ciumentos
Porque nos tira a respiração?
Ate onde nos pode levar
Ate onde não podemos imaginar
Onde já não há palavras
Já não existe nada
Tudo arde, tudo gela
Não percebendo os sentidos
Sem saber as direcções
Só caminhando numa maré de conchas, algas e sal…
O que é o amor afinal?
Que nos faz tanto mal e tanto bem
Algo que nos agarra
Nascera de onde? Surgirá porquê?
Só se sente
Deixando-nos inundados de algo sem controlo
Por mais que escondido
Ele parece saltar da nossa boca
Passear pelos nossos dedos
Não nos deixando em paz
Arrebatando-nos
Se a paixão é um prenuncio
O que é um gostar afinal?
E o que difere um querer dum desejar
Quando se passa para algo mais profundo?
Com tantas palavras á disposição
Nenhuma parece ser a certa
Evito dize-las com medo de me contaminar
Ou de as extorquir
Será difícil um feitiço destes
Como se desfaz a dor?
Queria saber o que fazer, mas não me cabe a mim
Porque nos deixa ciumentos
Porque nos tira a respiração?
Ate onde nos pode levar
Ate onde não podemos imaginar
Onde já não há palavras
Já não existe nada
Tudo arde, tudo gela
Não percebendo os sentidos
Sem saber as direcções
Só caminhando numa maré de conchas, algas e sal…
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
"Canção Simples" Tiago Bettencourt
Naqueles dias de sol que rebentam raios não sei de onde
Nos aquecendo por dentro
Que nos iluminam o caminho
Dizendo-nos vem cá
Dá-nos a luz
Aquele abraço daquela chuva miudinha
O saltar na calçada
Não se ralar com nada
Calando apenas o sentido
Dá-nos a luz
Balançando a cabeça a compasso
Não mexendo os pés do chão
Balançando o corpo
Canto com os olhos
A melodia calada da minha cabeça
Dá-nos a luz
Rindo do vento mudo
Do calor surdo
O regaço infiel
Da cor mais sumida
No azul mais cristal
A flor sem cheiro
Dá-nos a luz
Meditando em tudo o que faz mais sentido
No que se quer mais
Fazendo com que o ritmo seja certo
Lutando para conseguir
Fazer fluir
Faz-nos acreditar
Dá-nos luz
Nos aquecendo por dentro
Que nos iluminam o caminho
Dizendo-nos vem cá
Dá-nos a luz
Aquele abraço daquela chuva miudinha
O saltar na calçada
Não se ralar com nada
Calando apenas o sentido
Dá-nos a luz
Balançando a cabeça a compasso
Não mexendo os pés do chão
Balançando o corpo
Canto com os olhos
A melodia calada da minha cabeça
Dá-nos a luz
Rindo do vento mudo
Do calor surdo
O regaço infiel
Da cor mais sumida
No azul mais cristal
A flor sem cheiro
Dá-nos a luz
Meditando em tudo o que faz mais sentido
No que se quer mais
Fazendo com que o ritmo seja certo
Lutando para conseguir
Fazer fluir
Faz-nos acreditar
Dá-nos luz
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
"Welcome to my live" Simple Plan
Desintegrados
Não pertencendo a lado nenhum
Refugiados não sabendo bem de onde
Fugindo de todo o lado
Dando no vazio
No centro do nada
Não sabendo como ser assim
Quando anda sabe a mel
Podia gritar
Tentar enterrar-me no escuro
Fugir do mal
Partir-me em dois
Mas não seria nada
Querendo ver-me num filme que não é o meu
Desejando ver no espelho o reflexo do que não sou
Não parecer perceber o que digo
Ser assim
Magoando-me sozinha
Saltando num voo a lado nenhum
Sem salvação para mim
A minha vida foi assim
Mas nada será igual
Não me apunhales nas costas
Já mudei, estou bem
Vou conseguir o que quero
Porque chegou a altura
Sentar-me de pernas pró ar
Do lado errado da estrada
Em de mãos no chão
Puxado para a frente
Sem saber onde ir
A vida
A vida que não escolhi
Não pertencendo a lado nenhum
Refugiados não sabendo bem de onde
Fugindo de todo o lado
Dando no vazio
No centro do nada
Não sabendo como ser assim
Quando anda sabe a mel
Podia gritar
Tentar enterrar-me no escuro
Fugir do mal
Partir-me em dois
Mas não seria nada
Querendo ver-me num filme que não é o meu
Desejando ver no espelho o reflexo do que não sou
Não parecer perceber o que digo
Ser assim
Magoando-me sozinha
Saltando num voo a lado nenhum
Sem salvação para mim
A minha vida foi assim
Mas nada será igual
Não me apunhales nas costas
Já mudei, estou bem
Vou conseguir o que quero
Porque chegou a altura
Sentar-me de pernas pró ar
Do lado errado da estrada
Em de mãos no chão
Puxado para a frente
Sem saber onde ir
A vida
A vida que não escolhi
domingo, 17 de fevereiro de 2008
“All the small things” Blink182
“All the small things” Blink182
Não me preocupando com nada, ignorando comentários, seguindo em frente, deixando o caminho devastado por onde passo
Não quero saber
Acabou o tempo de remorsos
Acabou
Agora é o tempo da farra
É o tempo de não querer saber
Cansada de vida da treta, passada com tudo, irada com o mundo, não quero saber
Se não queres saber eu também não
Deixei de ser quem era há muito tempo
Como vieste vais embora
Eu continuo em frente
Não me preocupando com nada, ignorando comentários, seguindo em frente, deixando o caminho devastado por onde passo
Não quero saber
Acabou o tempo de remorsos
Acabou
Agora é o tempo da farra
É o tempo de não querer saber
Cansada de vida da treta, passada com tudo, irada com o mundo, não quero saber
Se não queres saber eu também não
Deixei de ser quem era há muito tempo
Como vieste vais embora
Eu continuo em frente
sábado, 16 de fevereiro de 2008
“I miss you” Blink 182
Estou por aqui
Atormentada pelo presente
Vivendo ausente
Não sabendo o que pensar
Sem saber se vou cá estar
Sem saber se sou forte
Esperando dia e noite
Até ao que não sei reter
Ao que não me da sentido
Ao que não me da
Lágrimas perdidas
Sorrisos perdidos
Pensamentos à muito reprimidos
Gritam cá dentro
Tenho de deixar sair os esqueletos
As almas penadas
Só queria que me levasses daqui
Mas não és capaz
Com pouco tempo
Para pensar
Escrevendo de maneira impar
Esgotando o que me é livre
Estou aqui
Ouve-me
Consegues ver-me
Preciso de ti
Por vias perdidas
Sentidos proibidos
Sinais de perigo
Confusão
Obstrução
…
Atormentada pelo presente
Vivendo ausente
Não sabendo o que pensar
Sem saber se vou cá estar
Sem saber se sou forte
Esperando dia e noite
Até ao que não sei reter
Ao que não me da sentido
Ao que não me da
Lágrimas perdidas
Sorrisos perdidos
Pensamentos à muito reprimidos
Gritam cá dentro
Tenho de deixar sair os esqueletos
As almas penadas
Só queria que me levasses daqui
Mas não és capaz
Com pouco tempo
Para pensar
Escrevendo de maneira impar
Esgotando o que me é livre
Estou aqui
Ouve-me
Consegues ver-me
Preciso de ti
Por vias perdidas
Sentidos proibidos
Sinais de perigo
Confusão
Obstrução
…
“The little things that give you away” Linkin Park
Com tanta coisa em que pensar
Tanto por tentar ajudar
Mantendo a calma
Vejo tudo o k já n acalma
Enlouquecendo
Não tendo mais fé
Sem pé
Não sei o k fazer
Não tenho mão
Sem sermão
O k vou dizer
Nada posso fazer
Keria dizer k sim
Mas neo e bem assim
Sem esperança
Na ponta da lança
Relembro tempo passado
Já levado
Revivido numa gota
De esperança pouca
So keria k contigo
Fosse diferente
Vivendo o presente
Renasce
Não fiques caído
Nasce
Naoe stas perdido
Vive
Sobrevive
Deixa essa solidão
Irmão
Sai da sela
Pensa nela
Não destruas a rocha
Vai deixar mossa
Fecha os olhos
Para os abrires
Ainda não percebeste
Que é so pedires
Ajuda
Segue o caminho
Mas lembra-te de onde partiste
De quem não te despedis-te
Tanto por tentar ajudar
Mantendo a calma
Vejo tudo o k já n acalma
Enlouquecendo
Não tendo mais fé
Sem pé
Não sei o k fazer
Não tenho mão
Sem sermão
O k vou dizer
Nada posso fazer
Keria dizer k sim
Mas neo e bem assim
Sem esperança
Na ponta da lança
Relembro tempo passado
Já levado
Revivido numa gota
De esperança pouca
So keria k contigo
Fosse diferente
Vivendo o presente
Renasce
Não fiques caído
Nasce
Naoe stas perdido
Vive
Sobrevive
Deixa essa solidão
Irmão
Sai da sela
Pensa nela
Não destruas a rocha
Vai deixar mossa
Fecha os olhos
Para os abrires
Ainda não percebeste
Que é so pedires
Ajuda
Segue o caminho
Mas lembra-te de onde partiste
De quem não te despedis-te
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
"Let it Die" Foo Fighters
A parte mais difícil n cair
Fechando os olhos parece n ser connosco
Calando os passos ignoro
Não sou eu
Não é comigo
Esquecido
Vou fugir
Não estou
O reflexo do que já fui
Num passado presente
Relembrando partes
Fragmentos do fundo
Não querendo outro no mesmo destino
Não permitindo
Sem tempo de fuga
Vão ser apanhados
Sem salvação para mim
Também não consigo salva-los
Sem amor para mim
Não dá
Correndo sem tempo
Não conseguindo
Terão de cair
Não quero vê-los no chão
Não quero o mesmo destino para eles
Vê-los sofrer
Não
Já pensaste no resto do mundo
Olha á tua volta
Acorda
Mexe-te
Remexe
Vem ao de cima
Precisas de ar
Não desistas
Não sejas fraco
Não te deixes cair mais
Ahhhhhhhhhhhh
Faz algo
Levanta os braços por favor
Não te quero ver rastejar
Não te quero ver sem futuro
Acorda enquanto é hora
Fechando os olhos parece n ser connosco
Calando os passos ignoro
Não sou eu
Não é comigo
Esquecido
Vou fugir
Não estou
O reflexo do que já fui
Num passado presente
Relembrando partes
Fragmentos do fundo
Não querendo outro no mesmo destino
Não permitindo
Sem tempo de fuga
Vão ser apanhados
Sem salvação para mim
Também não consigo salva-los
Sem amor para mim
Não dá
Correndo sem tempo
Não conseguindo
Terão de cair
Não quero vê-los no chão
Não quero o mesmo destino para eles
Vê-los sofrer
Não
Já pensaste no resto do mundo
Olha á tua volta
Acorda
Mexe-te
Remexe
Vem ao de cima
Precisas de ar
Não desistas
Não sejas fraco
Não te deixes cair mais
Ahhhhhhhhhhhh
Faz algo
Levanta os braços por favor
Não te quero ver rastejar
Não te quero ver sem futuro
Acorda enquanto é hora
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
"i'll be waiting" Lenny Kravitz
Por mais que se queira a paz, lutando de alma e corpo, por vezes não conseguimos evitar. Isolando o mundo, pensando que será melhor, que vai passar por si só
Achando que o mundo não nos entende
Porque não nos deixamos entender
Isolando
Pensando ser mais fácil
Deixando tudo para trás
Deixando ir
Não enfrentando
Não tendo coragem
Sendo fraco
Pensando partir muito, desfazendo bastante a dor. Destruindo a luz, inundada no escuro, não vendo nada dentro de tanto mundo vago, na imensidão do vazio largo
Não deixando chegar perto
Não permitindo nada
Deixando de lutar
Entregando os pontos
Não querendo ajuda
Sendo teimoso
Remexendo por dentro
Pensando vai passar
Vai indo
Parando no tempo, não avançando, levando as magoas mais alem, como se fosse preciso sofrimento
Querendo dar mão
Mas não dando
Querendo respirar
Mas só sobrevivendo
Fugir não é mais fácil
Imaginando um mundo paralelo
Não vendo o belo
Cansado
Parado
Perdendo tudo
Não ficando nada
A casa quase alagada
Pode restar nada…
Achando que o mundo não nos entende
Porque não nos deixamos entender
Isolando
Pensando ser mais fácil
Deixando tudo para trás
Deixando ir
Não enfrentando
Não tendo coragem
Sendo fraco
Pensando partir muito, desfazendo bastante a dor. Destruindo a luz, inundada no escuro, não vendo nada dentro de tanto mundo vago, na imensidão do vazio largo
Não deixando chegar perto
Não permitindo nada
Deixando de lutar
Entregando os pontos
Não querendo ajuda
Sendo teimoso
Remexendo por dentro
Pensando vai passar
Vai indo
Parando no tempo, não avançando, levando as magoas mais alem, como se fosse preciso sofrimento
Querendo dar mão
Mas não dando
Querendo respirar
Mas só sobrevivendo
Fugir não é mais fácil
Imaginando um mundo paralelo
Não vendo o belo
Cansado
Parado
Perdendo tudo
Não ficando nada
A casa quase alagada
Pode restar nada…
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
"Perto de ti" Anjos
Não podendo
Ter-te sempre aqui
Sabendo
Que pensas me mim
Fico contente
Não minto
Estás ausente
Mas sinto
De olhos fechados
Vejo-te
De desejos apertados
Beijo-te
Tas tão perto
Tão cá dentro
De paradeiro incerto
Por essa porta entro
Num segundo
Numa fracção
No meu mundo
No meu coração
Não sabendo como fizeste
Não querendo saber
Tudo o k me deste
Me fizeste ser
De nova vida
Esperança
Despida
De tudo o que cansa
Calada
Presente
Amada
Contente
Em cada respiração
Em cada olhar
Cada canção
Cada mergulhar
Querendo tanto
Pensando
Deixando o pranto
Levando
Luminosa
Sorridente
Majestosa
Contente
Olhando
E num olhar
Tocando
Um desejar
Adorando
Cada passo
Andando
Num compasso
Ter-te sempre aqui
Sabendo
Que pensas me mim
Fico contente
Não minto
Estás ausente
Mas sinto
De olhos fechados
Vejo-te
De desejos apertados
Beijo-te
Tas tão perto
Tão cá dentro
De paradeiro incerto
Por essa porta entro
Num segundo
Numa fracção
No meu mundo
No meu coração
Não sabendo como fizeste
Não querendo saber
Tudo o k me deste
Me fizeste ser
De nova vida
Esperança
Despida
De tudo o que cansa
Calada
Presente
Amada
Contente
Em cada respiração
Em cada olhar
Cada canção
Cada mergulhar
Querendo tanto
Pensando
Deixando o pranto
Levando
Luminosa
Sorridente
Majestosa
Contente
Olhando
E num olhar
Tocando
Um desejar
Adorando
Cada passo
Andando
Num compasso
domingo, 10 de fevereiro de 2008
"With or without you" U2

Quando estamos naquele túnel escuro e frio, onde já não há esperança só vazio, pensando estar sozinhos
Pensam já não ter forças, já não ter fé, já não ter esperança
Pequenina
Pequenina
Não se vêem escondidos e gelados
Pequenina
Pequenina
Pequenina começa a brilhar uma luz, aquela luz ao fundo, que vos mostra um ao outro
Levando-vos longe naquela abraço, passando ventos, tempestades, sol, trevas, cada dia
E lutando, ficando juntos, sobrevivendo e vencendo
Acreditando naquela luz, ela começa a crescer, caminham para ela, por mais longe que esteja ela parece aproximar-se porque não duvidem á coisas que estão destinadas a ficar juntas
Depois de uma guerra, depois do esforço, recebemos sempre a serenidade, a esperança depois das lágrimas, a ajuda o caminho
Porque aquela luz brilha para vos, vos espera e que vos ilumine cada vez mais…
Pensam já não ter forças, já não ter fé, já não ter esperança
Pequenina
Pequenina
Não se vêem escondidos e gelados
Pequenina
Pequenina
Pequenina começa a brilhar uma luz, aquela luz ao fundo, que vos mostra um ao outro
Levando-vos longe naquela abraço, passando ventos, tempestades, sol, trevas, cada dia
E lutando, ficando juntos, sobrevivendo e vencendo
Acreditando naquela luz, ela começa a crescer, caminham para ela, por mais longe que esteja ela parece aproximar-se porque não duvidem á coisas que estão destinadas a ficar juntas
Depois de uma guerra, depois do esforço, recebemos sempre a serenidade, a esperança depois das lágrimas, a ajuda o caminho
Porque aquela luz brilha para vos, vos espera e que vos ilumine cada vez mais…
sábado, 9 de fevereiro de 2008
"Here is Gone" Goo Goo Dolls
Não escrevendo poesia, não tentando rimar, não escrevendo para fazer sentido, apenas escrevendo. Libertando palavras pelos dedos calejados, pensando em tantas coisas ao mesmo tempo, no passado no futuro…
Cansada de tanta coisa, iluminada por outras quantas, sinto-me estupidamente feliz, estupidamente livre, loucamente única e bonita
Lembrando tantas coisas, como que sendo imensas vidas passadas. Tanta gente, tantos sentimentos, tantas palavras em vão, tanta desilusão, mas fundo tanta alegria
Lembro todos os sorrisos, todas a loucuras, as parodias, as historias, eu…
Como as pessoas à minha roda me fazem bem, como me ajudam a viver e não só respirar por nada
Percebo que preciso das pessoas, e que elas precisam de mim, que cada dia se torna único cada vez que vivo um momento
Cada respirar, cada música, cada palavra, cada olhar, as vezes basta parar
Recordar tanta coisa que nos mantém com um sorriso
Cansada de tanta coisa, iluminada por outras quantas, sinto-me estupidamente feliz, estupidamente livre, loucamente única e bonita
Lembrando tantas coisas, como que sendo imensas vidas passadas. Tanta gente, tantos sentimentos, tantas palavras em vão, tanta desilusão, mas fundo tanta alegria
Lembro todos os sorrisos, todas a loucuras, as parodias, as historias, eu…
Como as pessoas à minha roda me fazem bem, como me ajudam a viver e não só respirar por nada
Percebo que preciso das pessoas, e que elas precisam de mim, que cada dia se torna único cada vez que vivo um momento
Cada respirar, cada música, cada palavra, cada olhar, as vezes basta parar
Recordar tanta coisa que nos mantém com um sorriso
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
"Boa sorte/Good Luck" Vanessa da Mata e Ben Harper
No cheiro do vento
Digo adeus
Sem palavras
Sem ritmo
Sem sentimentos
Calada, grito vai embora
Deixada para trás
Sigo
Largando o passado
Deixando este peso
Flutuando, crescendo
Sendo feliz
Largando correntes
Sou eu
Vivo sou vivida
Sem motivo
Sem razão
Sem paixão
Não tendo o que fazer
Seguindo aquela vereda calma
Mergulhada no futuro
Esquecendo, não vendo
O que me deste
Me tiraste em dobro
Sem sentimentos
Sem esperar nada
Na calma do mar
Recebi o melhor
Que me podia dar
Esquecendo-me de mim
Deram-me vida
Pegando-me pela mão
Deram-me corda
Acordei
Sendo nova
Completamente renovada
Esquecendo conselhos
Ficando com o melhor
Lavando magoas em lágrimas
Esquecendo o mal
Ligando novas inscrições
Lutando
Vencendo barreiras
Correndo mais alto
Saltando mais depressa
Sem esperar
Encontrando
Rodando
Flutuando
Encontrando
Sentindo
Enroscando
Amando
Digo adeus
Sem palavras
Sem ritmo
Sem sentimentos
Calada, grito vai embora
Deixada para trás
Sigo
Largando o passado
Deixando este peso
Flutuando, crescendo
Sendo feliz
Largando correntes
Sou eu
Vivo sou vivida
Sem motivo
Sem razão
Sem paixão
Não tendo o que fazer
Seguindo aquela vereda calma
Mergulhada no futuro
Esquecendo, não vendo
O que me deste
Me tiraste em dobro
Sem sentimentos
Sem esperar nada
Na calma do mar
Recebi o melhor
Que me podia dar
Esquecendo-me de mim
Deram-me vida
Pegando-me pela mão
Deram-me corda
Acordei
Sendo nova
Completamente renovada
Esquecendo conselhos
Ficando com o melhor
Lavando magoas em lágrimas
Esquecendo o mal
Ligando novas inscrições
Lutando
Vencendo barreiras
Correndo mais alto
Saltando mais depressa
Sem esperar
Encontrando
Rodando
Flutuando
Encontrando
Sentindo
Enroscando
Amando
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
"Hanging by a moment" Lifehouse
Cada coisa tem o seu tempo
Cada lugar uma ocasião
Cada momento um passo
Cada vida uma estrutura
Cada encontro um novo dado
Pensando fugir, fiquei
Quando desprevenida, agarrada
A quando não esperada, alada
Agarrada pelo meu eu
Que me puxa para onde quero ir
Cortando cominho
Pelas ansiadas e ruas eu vou
De noite, de dia
Aquele luar
Num andar encurtado
Não sabendo o que esperar
Partindo, ficando aqui
Olhando-te e não vendo nada
Para além daquela luz
Canção mais calma
Agitada
Lugar mais perfeito
Gelo mais quente
Calado gritante
Sol do mar
Abrindo os pulmões
Não tendo mais medo
Sabendo que passo dar
Ir
Indo
A lei do eterno retorno
Passado, futuro
Perdendo o encontrado
Apaixonada pela lua
Amando o sol
Querendo o momento
Deixando levar
Querendo queimar
Programando sem plano
Ficando amarrada
Ficando presa a ti
Cada lugar uma ocasião
Cada momento um passo
Cada vida uma estrutura
Cada encontro um novo dado
Pensando fugir, fiquei
Quando desprevenida, agarrada
A quando não esperada, alada
Agarrada pelo meu eu
Que me puxa para onde quero ir
Cortando cominho
Pelas ansiadas e ruas eu vou
De noite, de dia
Aquele luar
Num andar encurtado
Não sabendo o que esperar
Partindo, ficando aqui
Olhando-te e não vendo nada
Para além daquela luz
Canção mais calma
Agitada
Lugar mais perfeito
Gelo mais quente
Calado gritante
Sol do mar
Abrindo os pulmões
Não tendo mais medo
Sabendo que passo dar
Ir
Indo
A lei do eterno retorno
Passado, futuro
Perdendo o encontrado
Apaixonada pela lua
Amando o sol
Querendo o momento
Deixando levar
Querendo queimar
Programando sem plano
Ficando amarrada
Ficando presa a ti
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
“Numb” Linkin Park
Quando os pedais são demasiado pesados
E aquela velha bicicleta empenada
Parece não querer andar
Tendo os pneus furados não quer levar-me
Não me deixando sentir o vento
Impedindo-me de seguir
Detendo-mePondo-me travões
Deixando-a para taras
Corro como nunca
De pés descansos
Sangrando
Fugindo do mundo
Com aquelas lágrimas k caem
Que me acariciam a face
Deixando-me pesada
Cansada
Levanto os olhos ao céu e vou
Lutando
Cada dia mais
Abrindo as mãos
Chorando
Não me deixando ir
Evitando
Sabendo que vou cair
Conhecendo que um dia
Estarei no chão
Vou desapontar-te
Com tudo á minha volta
A engolir-me
Giro 360º batendo km a cabeça nas paredes
Evitando ser o que sou eu
Tão errado
Tão gritante
Tão meu
E aquela velha bicicleta empenada
Parece não querer andar
Tendo os pneus furados não quer levar-me
Não me deixando sentir o vento
Impedindo-me de seguir
Detendo-mePondo-me travões
Deixando-a para taras
Corro como nunca
De pés descansos
Sangrando
Fugindo do mundo
Com aquelas lágrimas k caem
Que me acariciam a face
Deixando-me pesada
Cansada
Levanto os olhos ao céu e vou
Lutando
Cada dia mais
Abrindo as mãos
Chorando
Não me deixando ir
Evitando
Sabendo que vou cair
Conhecendo que um dia
Estarei no chão
Vou desapontar-te
Com tudo á minha volta
A engolir-me
Giro 360º batendo km a cabeça nas paredes
Evitando ser o que sou eu
Tão errado
Tão gritante
Tão meu
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
"Rise up" Yves Larock
Começas a sentir aquele calor abafado
Um quente molhado
Aquela nuvem que isola
Que te toca
Que mexe contigo
Sentes aquele arrepio
Aquele quente cada vez mais perturbante…
Não queres parar
Não queres mais nada
Só o voar mais alto
Só possuir o sol
Ver as estrelas de olhos fechados
Deixar-te ir por completo
Enlouquecer
Calar aquele grito abafado
Tentando dar passos pequenos
Largos mas ledos
Todos afluindo para o mesmo caminho
Aquela estrada ardente
Pró rasto do sol
Daquele astro mais vivo
Aquele sol verde
Luminoso queimando
Sedoso, hipnotizando
Que faz ver a luz mais nítida
O negro mais profundo
Calma
(…)
Seduzida
(…)
Derretida
(…)
Fundida
Sentindo o ritmo a aumentar
Aquele calor a não deixar respirar
Levando para longe tão perto
Para lugar inserto
Por vales, montes
Desertos
Sentindo aquele arrepio que queima
Que chama k enleia…
Um quente molhado
Aquela nuvem que isola
Que te toca
Que mexe contigo
Sentes aquele arrepio
Aquele quente cada vez mais perturbante…
Não queres parar
Não queres mais nada
Só o voar mais alto
Só possuir o sol
Ver as estrelas de olhos fechados
Deixar-te ir por completo
Enlouquecer
Calar aquele grito abafado
Tentando dar passos pequenos
Largos mas ledos
Todos afluindo para o mesmo caminho
Aquela estrada ardente
Pró rasto do sol
Daquele astro mais vivo
Aquele sol verde
Luminoso queimando
Sedoso, hipnotizando
Que faz ver a luz mais nítida
O negro mais profundo
Calma
(…)
Seduzida
(…)
Derretida
(…)
Fundida
Sentindo o ritmo a aumentar
Aquele calor a não deixar respirar
Levando para longe tão perto
Para lugar inserto
Por vales, montes
Desertos
Sentindo aquele arrepio que queima
Que chama k enleia…
domingo, 3 de fevereiro de 2008
"Breathe Easy" Blue
Sem inspiração para conseguir escrever
Sem motivo para reflectir
Sem espaço para abrir as asas
Sem saber o porquê, só que tenho de escrever…
Deixando que as palavras voem
Que se soltem
Me baralhem
Que me deixe levar por elas
Enquanto elas dança na minha cabeça
Tentando libertar tanto coisa que não consigo
Pensando em tanto
Tentando limpar a mente
Não consigo
Não consigo deixar de pensar me tanta coisa
Torna-se impossível escrever algo coerente
Algo decente
Calem-se
Deixem em paz
Estão a atormentar-me
A mostrar imagem sem nexo
Sem anexo
Sem sentido
Não sabendo como evitar
Não sabendo como pensar
Larguem-me deixem-me sozinha
Libertem-me dessas correntes
Deixem-me chorar
Deixem-me lutar
Deixem-me conseguir
Eu preciso
(..)
Com a vista turva
A alma pasmada
Um pensamento apenas
Um desejo
Uma certeza
Uma luta
Um caminho
Cansada
Estafada
Esgotada
Sem conseguir dizer nada
Só quero um abrigo
Sem motivo para reflectir
Sem espaço para abrir as asas
Sem saber o porquê, só que tenho de escrever…
Deixando que as palavras voem
Que se soltem
Me baralhem
Que me deixe levar por elas
Enquanto elas dança na minha cabeça
Tentando libertar tanto coisa que não consigo
Pensando em tanto
Tentando limpar a mente
Não consigo
Não consigo deixar de pensar me tanta coisa
Torna-se impossível escrever algo coerente
Algo decente
Calem-se
Deixem em paz
Estão a atormentar-me
A mostrar imagem sem nexo
Sem anexo
Sem sentido
Não sabendo como evitar
Não sabendo como pensar
Larguem-me deixem-me sozinha
Libertem-me dessas correntes
Deixem-me chorar
Deixem-me lutar
Deixem-me conseguir
Eu preciso
(..)
Com a vista turva
A alma pasmada
Um pensamento apenas
Um desejo
Uma certeza
Uma luta
Um caminho
Cansada
Estafada
Esgotada
Sem conseguir dizer nada
Só quero um abrigo
sábado, 2 de fevereiro de 2008
"Cada lugar Teu" Mafalda Veiga
Deitada
Enroscada
Fechando os olhos
Vejo aquele brilho
E sorrio
Ali
Deixando para trás tudo o k é mau
Começando uma nova vida
Dando os primeiros passos
Sem medos escondidos
Lutando porque vale a pena
Porque hoje é o dia
Sem olhar para trás
Sendo melhor
Mudando
Vendo aquele vento
Que me arrepia o pescoço
Me da vontade de te abraçar
De ficar de lutar sem saber se vou falhar
Porque estou tão bem e quero-te assim
Por favor fica aqui
Fica só ao meu lado
Dá-me aquele abraço quente
Faz-me sentir tão bem
Leva-me daqui
Para aquele lugar perdido
Longe
Disfarçado no meio do dia
Repleto de banho de luar
Podem passar estações
Nuvens
Sol
Lua
Tempestades
Terramotos
O espaço pode afastar-se
Desde que estejas lá
Andando
Saltando por cima dos buracos das vida
Sentindo aquela calma que vou conseguir
Alcançar o mar
Basta-me isso para sorrir
Para te…
Mesmo que não consiga atingir o voo
Mesmo não sabendo s há sol ou chuva
Fecha a porta
Fica aqui
Dá-me a mão
Apanha aquela lágrima
Faz-me sentir e não pensar
Consigo ver-te
Escuta apenas o som da chuva
Caindo da minha cara
Aquela gota calma
Que se desfaz
Num sorriso imenso
Que não tem medo
Que não tem vergonha
Que apenas esta feliz
E …
Enroscada
Fechando os olhos
Vejo aquele brilho
E sorrio
Ali
Deixando para trás tudo o k é mau
Começando uma nova vida
Dando os primeiros passos
Sem medos escondidos
Lutando porque vale a pena
Porque hoje é o dia
Sem olhar para trás
Sendo melhor
Mudando
Vendo aquele vento
Que me arrepia o pescoço
Me da vontade de te abraçar
De ficar de lutar sem saber se vou falhar
Porque estou tão bem e quero-te assim
Por favor fica aqui
Fica só ao meu lado
Dá-me aquele abraço quente
Faz-me sentir tão bem
Leva-me daqui
Para aquele lugar perdido
Longe
Disfarçado no meio do dia
Repleto de banho de luar
Podem passar estações
Nuvens
Sol
Lua
Tempestades
Terramotos
O espaço pode afastar-se
Desde que estejas lá
Andando
Saltando por cima dos buracos das vida
Sentindo aquela calma que vou conseguir
Alcançar o mar
Basta-me isso para sorrir
Para te…
Mesmo que não consiga atingir o voo
Mesmo não sabendo s há sol ou chuva
Fecha a porta
Fica aqui
Dá-me a mão
Apanha aquela lágrima
Faz-me sentir e não pensar
Consigo ver-te
Escuta apenas o som da chuva
Caindo da minha cara
Aquela gota calma
Que se desfaz
Num sorriso imenso
Que não tem medo
Que não tem vergonha
Que apenas esta feliz
E …
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
“Se eu não te amasse tanto assim” Ivete Sangalo
Para ti...
Naquela brisa calma e leve, que se levanta e me transporta
Leva-me tão longe agora mais do que podia imaginar
Quando não se procura, as coisas acabam por acontecer
Quando se está distraído tudo sai bem
Não pensando só seguindo os passou na areia
Só tentando ir mais alem…
Tenho mesmo de escrever isto?
As vezes não preciso escrever para me veres
As vezes não preciso de palavras para me adivinhares
Para me sentires aqui
Para entenderes o que quero dizer
Acho que basta olhar para ti e
Naquele castanho deves ver a resposta
Agora sei
Conheço a verdade
Conseguindo alcançar o que está à porta
Desejando o que já tenho de melhor
Tudo em ti
Tudo em ti k me faz sorri
Aquele olhar k me faz sentir assim
Aquele gesto mais comum e mais especial
Mais largo mais bonito
Que me contem e me faz voar
Para ti…
Naquela brisa calma e leve, que se levanta e me transporta
Leva-me tão longe agora mais do que podia imaginar
Quando não se procura, as coisas acabam por acontecer
Quando se está distraído tudo sai bem
Não pensando só seguindo os passou na areia
Só tentando ir mais alem…
Tenho mesmo de escrever isto?
As vezes não preciso escrever para me veres
As vezes não preciso de palavras para me adivinhares
Para me sentires aqui
Para entenderes o que quero dizer
Acho que basta olhar para ti e
Naquele castanho deves ver a resposta
Agora sei
Conheço a verdade
Conseguindo alcançar o que está à porta
Desejando o que já tenho de melhor
Tudo em ti
Tudo em ti k me faz sorri
Aquele olhar k me faz sentir assim
Aquele gesto mais comum e mais especial
Mais largo mais bonito
Que me contem e me faz voar
Para ti…
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
“Fix you” Coldplay
Tentando ver o que não é preciso
Sentindo mais do que explicando
Tentando
Alcançando
Vendo
Tocando
Vagueando no vazio
Aquela lágrima de alegria
As palavras lindas
Aqueles sentimentos
Já perdidos
Esquecidos
Confundidos
E agora mais que resolvidos
As luzes do palco acendem
Levantam-se as cortinas
Ouvem-se as palmas
Para te ver a ti…
O mundo não para de girar
As estrelas não param de morrer
Os pássaros voam e poisam
Não deixa de haver mal ou bem
Mas já pouco importa
Aquelas luzes que te ofuscam
Que te provocam
Que insistem
Que te fazem chegar a mim…
Tenta, corre, sofre
Alcança, luta, não percas a esperança
Cai, levanta-te, volta a tentar
Regressa, caminha, sente
Vive, inspira, descansa
Olha, esconde, revolta-te
Canta, ri, abre a asas
Voa, anda, fica
Aquelas luzes verdes
Luzeiro mais quente
Brasa mais ardente
Tocar mais suave
Olha para mim
E…
Sentindo mais do que explicando
Tentando
Alcançando
Vendo
Tocando
Vagueando no vazio
Aquela lágrima de alegria
As palavras lindas
Aqueles sentimentos
Já perdidos
Esquecidos
Confundidos
E agora mais que resolvidos
As luzes do palco acendem
Levantam-se as cortinas
Ouvem-se as palmas
Para te ver a ti…
O mundo não para de girar
As estrelas não param de morrer
Os pássaros voam e poisam
Não deixa de haver mal ou bem
Mas já pouco importa
Aquelas luzes que te ofuscam
Que te provocam
Que insistem
Que te fazem chegar a mim…
Tenta, corre, sofre
Alcança, luta, não percas a esperança
Cai, levanta-te, volta a tentar
Regressa, caminha, sente
Vive, inspira, descansa
Olha, esconde, revolta-te
Canta, ri, abre a asas
Voa, anda, fica
Aquelas luzes verdes
Luzeiro mais quente
Brasa mais ardente
Tocar mais suave
Olha para mim
E…
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
“Iris” Goo Goo Dolls
No fundo daquele verde
Cristal mais brilhante que qualquer estrela
Vais viajante que um barco
E mais calmo que a maré
Mais doce que o mel
Tão lindo e profundo
Maior que o mundo,
Algo que mexe algo que toca
Algo que n se esgota
Que poisa
Que nota
Quando o silencio é de ouro
Aquela paz estala
Nasce vida
Nasce alma
Se desfaz-se a lua
Nasce algo novo
Algo puro…
Naquelas mãos frias como aço
Mais seguras k um laço
Tão calmas, serenas
Plenas
Como é difícil esconder
Quando tudo é perfeito
Aquele sol desfeito
Aquele leito
(..)
Escuta apenas
(..)
As palavras mudas
Mas n surdas
O anseio evidente
Ardente
Aquele parar
O não sentir mais nada
Querer aquele todo
Porque as luzes se apagaram
Uma maior brilhou
Algo de novo tocou
Aquela musica escondida
Ressoou que nem melodia
No nascer de um novo dia
Tanta cor
Explodiu o mundo
Num segundo
Havia algo encontrado
Algo desejado
Algo…
Tão especial…
Sem palavras que cheguem quando um gesto as esgota…
Cristal mais brilhante que qualquer estrela
Vais viajante que um barco
E mais calmo que a maré
Mais doce que o mel
Tão lindo e profundo
Maior que o mundo,
Algo que mexe algo que toca
Algo que n se esgota
Que poisa
Que nota
Quando o silencio é de ouro
Aquela paz estala
Nasce vida
Nasce alma
Se desfaz-se a lua
Nasce algo novo
Algo puro…
Naquelas mãos frias como aço
Mais seguras k um laço
Tão calmas, serenas
Plenas
Como é difícil esconder
Quando tudo é perfeito
Aquele sol desfeito
Aquele leito
(..)
Escuta apenas
(..)
As palavras mudas
Mas n surdas
O anseio evidente
Ardente
Aquele parar
O não sentir mais nada
Querer aquele todo
Porque as luzes se apagaram
Uma maior brilhou
Algo de novo tocou
Aquela musica escondida
Ressoou que nem melodia
No nascer de um novo dia
Tanta cor
Explodiu o mundo
Num segundo
Havia algo encontrado
Algo desejado
Algo…
Tão especial…
Sem palavras que cheguem quando um gesto as esgota…
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
“O Meu Abrigo” Mafalda Veiga
Já sem medo
Desfazendo-me destas correntes
Libertando as palavras mais presas
Aquelas mais turvas
Dizendo algo que n diz anda
Nas palavras erradas
Com as maneiras certas
Na língua errada
Com…
A ausência de razão
Sem certezas
Sem motivo
Com tantas duvidas perdidas
E lágrimas já lavadas
Alma exposta
Por ai…
Sem lamurias
Longe de tudo o que é conhecido
Tudo o que nos faz mal
Que magoa
Aquela pedra lisa
Por aqui…
Nova
Completamente enérgica
Rosada
Salpicada daquela maré inquieta
Coberta…
Colada a esta brisa
Na onda daquela ave perdida
Chocando num céu limpo…
(…)
Tão difícil
Tão magico
Tão clássico
De tão modo confuso
Só ouvindo
Sem pensar
Deixando levar
Seguindo o ritmo
Indo
Embalando
Sorrindo
Chorando
Não pensando só sentindo
Como é bom assim
Continuando…
Desfazendo-me destas correntes
Libertando as palavras mais presas
Aquelas mais turvas
Dizendo algo que n diz anda
Nas palavras erradas
Com as maneiras certas
Na língua errada
Com…
A ausência de razão
Sem certezas
Sem motivo
Com tantas duvidas perdidas
E lágrimas já lavadas
Alma exposta
Por ai…
Sem lamurias
Longe de tudo o que é conhecido
Tudo o que nos faz mal
Que magoa
Aquela pedra lisa
Por aqui…
Nova
Completamente enérgica
Rosada
Salpicada daquela maré inquieta
Coberta…
Colada a esta brisa
Na onda daquela ave perdida
Chocando num céu limpo…
(…)
Tão difícil
Tão magico
Tão clássico
De tão modo confuso
Só ouvindo
Sem pensar
Deixando levar
Seguindo o ritmo
Indo
Embalando
Sorrindo
Chorando
Não pensando só sentindo
Como é bom assim
Continuando…
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
“Ilumina-me” Pedro Abrunhosa
O céu que s rasga em dois,
Lágrimas k caem aos pares,
Em Rios vazios
Nos regaços mais frios
Línguas surdas
Marés moídas
Praia do vazio
Canção calada
Da luz perpetua
Salvação dos impuros
Do branco ao preto
Da estrela á nuvem
Do meu céu ao teu mar
Daquela canção do silencio
Do sol da noite
Da calma revolta
Da duvida certa
Pintura fria de cera
Calor vago do espaço
Num silencio branco…
Ilumina-me
Naquele prado de erva rasa…
Ilumina-me
Embalar sozinho
Mãos desfeitas
Sol,
Quente frio da noite
Calor do meu peito
Amor sem jeito
Pegadas do céu
Asas de inferno
Anjo caído
Solidão numerosa
No inconsciente mais sombrio…
Ilumina-me
Enquanto a chuva não chega
Ilumina-me
No vazio
Oco
Frio
E melancólico
Na dor de partir
Ficando desfeito
Naquele azul profundo e raso
Daquela janela perdida do nada
Luz e porta…
Lágrimas k caem aos pares,
Em Rios vazios
Nos regaços mais frios
Línguas surdas
Marés moídas
Praia do vazio
Canção calada
Da luz perpetua
Salvação dos impuros
Do branco ao preto
Da estrela á nuvem
Do meu céu ao teu mar
Daquela canção do silencio
Do sol da noite
Da calma revolta
Da duvida certa
Pintura fria de cera
Calor vago do espaço
Num silencio branco…
Ilumina-me
Naquele prado de erva rasa…
Ilumina-me
Embalar sozinho
Mãos desfeitas
Sol,
Quente frio da noite
Calor do meu peito
Amor sem jeito
Pegadas do céu
Asas de inferno
Anjo caído
Solidão numerosa
No inconsciente mais sombrio…
Ilumina-me
Enquanto a chuva não chega
Ilumina-me
No vazio
Oco
Frio
E melancólico
Na dor de partir
Ficando desfeito
Naquele azul profundo e raso
Daquela janela perdida do nada
Luz e porta…
domingo, 27 de janeiro de 2008
“Paixão” Rui Veloso
Naqueles dias de melancolia
Quando me sento sozinha a ouvir a chuva,
Quando dou pontapés nas pedras
Ou simplesmente fecho os olhos para me ver melhor
Enquanto não penso, pensando que assim será melhor
Olhando, mas não vendo
Não sentindo nada para além deste vazio…
Vazio cheio de confusão
Repleto de nuvens
Passado revolvido
Luz das trevas
Sombra clara do sol
Tocando sem todas as notas
Este piano agora já n tem tanta luz
Tanta cor
Perdido já mal ressoa
Como aquele sino calado…
Quando pomos tudo nalguma coisa depois perdemos tudo
Ou então por i simplesmente nunca o tivemos…
As mudanças parecem simples
E nem as notamos
Frases não justificadas
E abraços sem retorno
Palavras perdidas e vãs
Sentimentos coloridos agora são preto e branco
Empoeirados
Mas será k perdidos?
Por mais largos vazios
Mais ruas sombrias
Estradas confusas
Naqueles becas km saídas toscas
Será sempre assim…
Aquela do outro lado do espelho
É como k uma gota de água
Uma gota de orvalho transparente
Aquelas que caem do alto
Contrarias a mim….
Aquele calor k foge
Que sai, que me deixa
O frio da pele quente
Gelo cortante da mente
Tudo naquele vazio, nada
Em câmara lenta tudo foge… fica um nada…
Quando me sento sozinha a ouvir a chuva,
Quando dou pontapés nas pedras
Ou simplesmente fecho os olhos para me ver melhor
Enquanto não penso, pensando que assim será melhor
Olhando, mas não vendo
Não sentindo nada para além deste vazio…
Vazio cheio de confusão
Repleto de nuvens
Passado revolvido
Luz das trevas
Sombra clara do sol
Tocando sem todas as notas
Este piano agora já n tem tanta luz
Tanta cor
Perdido já mal ressoa
Como aquele sino calado…
Quando pomos tudo nalguma coisa depois perdemos tudo
Ou então por i simplesmente nunca o tivemos…
As mudanças parecem simples
E nem as notamos
Frases não justificadas
E abraços sem retorno
Palavras perdidas e vãs
Sentimentos coloridos agora são preto e branco
Empoeirados
Mas será k perdidos?
Por mais largos vazios
Mais ruas sombrias
Estradas confusas
Naqueles becas km saídas toscas
Será sempre assim…
Aquela do outro lado do espelho
É como k uma gota de água
Uma gota de orvalho transparente
Aquelas que caem do alto
Contrarias a mim….
Aquele calor k foge
Que sai, que me deixa
O frio da pele quente
Gelo cortante da mente
Tudo naquele vazio, nada
Em câmara lenta tudo foge… fica um nada…
sábado, 26 de janeiro de 2008
“Savin’me” Nickelback
Aquela canção, aquele grito mudo, as súplicas, tudo e não ouvias….
Eu chorei, rezei, supliquei
Mas estavas mais preocupado km outras coisas
Não era assim tão importante
Quando me atirava de cabeça
Quando caia no nada
Me partia
Nem davas por isso
Era apenas algo da mobília
Como se fosse algo comum
Como quem já n s importa
Não te ralavas…
Porque para mim já não há caminho
Só há pedras
As rosas já s foram
Ficaram os espinhos
A tua imagem já á muito se apagou
Mas continuam aqueles palavras na minha cabeça
Todas aquelas figuras partidas
Tentando ir
Tentando seguir
Ah sai
Desaparece
Deixa-me em paz fantasma do k já fui
Sombra oculta da lua
(…)
Só queria cala-las
Acabar com elas
Manda-las embora
Por favor…
Quando mais precisei
Estava sozinha
Quando mais lutei
Mais perdida
Até perceber o mundo
Até abrir os olhos
Até ver que a dor não levava longe
Até conseguir abrir a caixa
Me ver desaparecida
Imagem turva de uma vida
Savin’me…
Eu chorei, rezei, supliquei
Mas estavas mais preocupado km outras coisas
Não era assim tão importante
Quando me atirava de cabeça
Quando caia no nada
Me partia
Nem davas por isso
Era apenas algo da mobília
Como se fosse algo comum
Como quem já n s importa
Não te ralavas…
Porque para mim já não há caminho
Só há pedras
As rosas já s foram
Ficaram os espinhos
A tua imagem já á muito se apagou
Mas continuam aqueles palavras na minha cabeça
Todas aquelas figuras partidas
Tentando ir
Tentando seguir
Ah sai
Desaparece
Deixa-me em paz fantasma do k já fui
Sombra oculta da lua
(…)
Só queria cala-las
Acabar com elas
Manda-las embora
Por favor…
Quando mais precisei
Estava sozinha
Quando mais lutei
Mais perdida
Até perceber o mundo
Até abrir os olhos
Até ver que a dor não levava longe
Até conseguir abrir a caixa
Me ver desaparecida
Imagem turva de uma vida
Savin’me…
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
“Try” Nelly Furtador

Olho á volta e não me conheço
Quanto mais penso em não voltar
Acabo por cair no mesmo erro
Tentando ser o que não sou
Vivendo o que não me pertence
Iludida com esperanças vãs
Algo que sei não existir, mas tento ver
Na corrente oposta
Qundo toda a gente corre
Eu vou andando
Abstraindo-me do mundo
Tenho de me afastar
Estou demasiado apegada
Tentando ser o que n vejo em mim
Tenho de tentar…
Tentar
Vejo tanta coisa
Ouço o que o vento me sussurra
Mas só o que me convém
Mascarando as palavras
Tentando perceber algo que não existe
Na esperança que os ouvidos ouçam melhor que o coração
Por já não haver mais lágrimas para chorar
Tentando porque preciso
E vejo-me como nunca vi
Não sou capaz de mudar
Por mais que queira
Vou ser sempre este beco sem saída
Não sou nada
Por mais k tente….
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar todos os dias
Posso fazer por ser melhor
Erguer a cabeça
Abrir os olhos
De uma vez por todas
Porque já case n há esperança
Porque já se foi tudo
Agora é comigo
Só posso contar comigo
Só posso fazer isto
Mas ás vezes dói
Dói sonhar de mais
Dói ter pesadelos quando acordada
Mas isso já não me importa
A minha alma já tudo suporta
Não quero saber
Vou em frente
Se cair vou me levantar
Eu sou capaz
Agora chegou a minha vez
Agora é a minha vez
Esta na minha altura de
Tentar…
Quanto mais penso em não voltar
Acabo por cair no mesmo erro
Tentando ser o que não sou
Vivendo o que não me pertence
Iludida com esperanças vãs
Algo que sei não existir, mas tento ver
Na corrente oposta
Qundo toda a gente corre
Eu vou andando
Abstraindo-me do mundo
Tenho de me afastar
Estou demasiado apegada
Tentando ser o que n vejo em mim
Tenho de tentar…
Tentar
Vejo tanta coisa
Ouço o que o vento me sussurra
Mas só o que me convém
Mascarando as palavras
Tentando perceber algo que não existe
Na esperança que os ouvidos ouçam melhor que o coração
Por já não haver mais lágrimas para chorar
Tentando porque preciso
E vejo-me como nunca vi
Não sou capaz de mudar
Por mais que queira
Vou ser sempre este beco sem saída
Não sou nada
Por mais k tente….
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar todos os dias
Posso fazer por ser melhor
Erguer a cabeça
Abrir os olhos
De uma vez por todas
Porque já case n há esperança
Porque já se foi tudo
Agora é comigo
Só posso contar comigo
Só posso fazer isto
Mas ás vezes dói
Dói sonhar de mais
Dói ter pesadelos quando acordada
Mas isso já não me importa
A minha alma já tudo suporta
Não quero saber
Vou em frente
Se cair vou me levantar
Eu sou capaz
Agora chegou a minha vez
Agora é a minha vez
Esta na minha altura de
Tentar…
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
“You and me” Lifehouse
Queria escrever algo bonito, usar a poesia, assim fazer algo k te deixa-se emocionado, mas n consigo, tenho a musica, tenho sol, tanto pra dizer, mas n sou capaz, como se as palavras fugissem e n me deixassem escrever…
Se calhar é por teres escolhida uma música que me deixa sem conseguir dizer nada, sem reacção, engolida num misto de coisas sem explicação…
Pensei k seria mais fácil escrever algo assim poético, algo k te iria fazer sentir bem, mas se calhar não sou assim tão poeta, se calhar não passa de fogo de vista…
Esta é a pior parte, quando não me consigo libertar das palavras, quando elas teimam em não sair, quando não me deixam dizer o que quero… ah deves estar a sorrir…
Parece que não me querem deixar ficar bem… apesar de puxar por elas estão demasiado espalhadas, não querem ceder, apenas pensam k o silencio as vezes vale muito…
Seria mais fácil n sei… n me consigo abstrair da musica como se ela me sugasse, me deixa-se incapaz de escrever algo meu que pudesse inferioriza-la… com demasiada pressão de escrever algo perfeito, algo belo algo poético, acabo por escrever algo banal algo k n diz nada…
Porque há dias em k a poesia n vem… mas um dia compenso-te…
Se calhar é por teres escolhida uma música que me deixa sem conseguir dizer nada, sem reacção, engolida num misto de coisas sem explicação…
Pensei k seria mais fácil escrever algo assim poético, algo k te iria fazer sentir bem, mas se calhar não sou assim tão poeta, se calhar não passa de fogo de vista…
Esta é a pior parte, quando não me consigo libertar das palavras, quando elas teimam em não sair, quando não me deixam dizer o que quero… ah deves estar a sorrir…
Parece que não me querem deixar ficar bem… apesar de puxar por elas estão demasiado espalhadas, não querem ceder, apenas pensam k o silencio as vezes vale muito…
Seria mais fácil n sei… n me consigo abstrair da musica como se ela me sugasse, me deixa-se incapaz de escrever algo meu que pudesse inferioriza-la… com demasiada pressão de escrever algo perfeito, algo belo algo poético, acabo por escrever algo banal algo k n diz nada…
Porque há dias em k a poesia n vem… mas um dia compenso-te…
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
“Farewell” Rosie Thomas
Sinto a chuva entre os dedos, e fico a observar o mundo pela janela, hoje não me parece tão triste… está quieto e silencioso, mas não dói tanto…
Hoje é um bom dia, para estar sozinha, para meditar, me encontrar, ler nas estrelas o dia de amanha, vendo a lua por cima da minha cabeça, ela mal mexe…
Agora sou eu que me sinto grande e o mundo quase me cabe na mão…
Como se uma lágrima quisesse escapar, mas não de tristeza, de uma certa nostalgia, ou um preenchimento cá dentro de que posso perder muita coisa mesmo, mas há certas coisas que estão sempre comigo, é ao me lembrar de o que cada gesto pequeno transforma-me numa pessoa melhor. Faz-me pensar que não estou sozinha, e sinto-me tão bem… obrigado…
Obrigado pelos sorrisos, pelas palavras, pelos abraços, pelas gargalhadas, por serem a minha força quando me sinto perdida… sem vocês meus alicerces já teria caído… obrigado ontem, hoje e amanha…
Hoje é um bom dia, para estar sozinha, para meditar, me encontrar, ler nas estrelas o dia de amanha, vendo a lua por cima da minha cabeça, ela mal mexe…
Agora sou eu que me sinto grande e o mundo quase me cabe na mão…
Como se uma lágrima quisesse escapar, mas não de tristeza, de uma certa nostalgia, ou um preenchimento cá dentro de que posso perder muita coisa mesmo, mas há certas coisas que estão sempre comigo, é ao me lembrar de o que cada gesto pequeno transforma-me numa pessoa melhor. Faz-me pensar que não estou sozinha, e sinto-me tão bem… obrigado…
Obrigado pelos sorrisos, pelas palavras, pelos abraços, pelas gargalhadas, por serem a minha força quando me sinto perdida… sem vocês meus alicerces já teria caído… obrigado ontem, hoje e amanha…
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
“Home” Foo Fighters
As pedras ferem os pés, mas já n me importo…
As vezes precisamos de sofrer
É uma dor que suporto
Deixa-me ver
Posso morrer,
Mas
Por enquanto estou por aqui
Sentada na escada
Vejo tudo diferente
As vezes tão apressada
N via claramente.
Agora calada
É tudo tão…
Não posso mudar o mundo
Mas posso ser mais eu
Por um segundo
Um sorriso teu
Eu
…
Obrigado por ter pouco
Mas ser feliz
Por um momento em petiz
Ter um pouco de louco
A chuva lava-me a alma
Já não tenho medo
Agora é calma
É segredo
Estou salva…
Não quero sofrer
Não quero
Vou lutar, vou fazer…
Sou um sorriso
Sou um olhar
Um suspiro
Um ficar?
Já não
Vou voltar
Vou lutar
Tudo muda
Faz-me lembrar
Alcançar
O luar
Desejo de ser…
De ficar
De fazer…
As vezes precisamos de sofrer
É uma dor que suporto
Deixa-me ver
Posso morrer,
Mas
Por enquanto estou por aqui
Sentada na escada
Vejo tudo diferente
As vezes tão apressada
N via claramente.
Agora calada
É tudo tão…
Não posso mudar o mundo
Mas posso ser mais eu
Por um segundo
Um sorriso teu
Eu
…
Obrigado por ter pouco
Mas ser feliz
Por um momento em petiz
Ter um pouco de louco
A chuva lava-me a alma
Já não tenho medo
Agora é calma
É segredo
Estou salva…
Não quero sofrer
Não quero
Vou lutar, vou fazer…
Sou um sorriso
Sou um olhar
Um suspiro
Um ficar?
Já não
Vou voltar
Vou lutar
Tudo muda
Faz-me lembrar
Alcançar
O luar
Desejo de ser…
De ficar
De fazer…
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
"Apologize" Timberland (feat. One Republic)

(…)
Até enerva, tanta coisa. Num mundo k cada x me é mais estranho… onde já n sei o k pensar, o k dizer, o k fazer, como agir? Quando o vento corta, e a agua já n limpa, tudo sem som, sem cor, sem direcção
Por cada passo só me apetece ficar
Será tarde de mais para lutar? Será tarde demais para vencer? Tarde de mais para acreditar?
Cada x parece mais tarde
Andando, rondando, não saiu do mesmo sitio mas parece k n importa… pk isso já so me fere a mim, porque já ninguém esta aqui ao lado…
Quando todos já perderam a fé em mim… porque é complicado e é melhor parar antes de dar errado… aqui já n vive nada só pó…
Cada x tenho mais medo de n ser capaz será k é tarde demais? Por vezes só apetece fechar os olhos…
É demasiado tarde para obter redenção… porque já n há esperança… por estar tudo no chão… já n há céu para mim já n o mereço… porque já n há luta, por n haver motivo… cada dia é só um epilogo… será o fim do inicio, o inicio do fim…
Até enerva, tanta coisa. Num mundo k cada x me é mais estranho… onde já n sei o k pensar, o k dizer, o k fazer, como agir? Quando o vento corta, e a agua já n limpa, tudo sem som, sem cor, sem direcção
Por cada passo só me apetece ficar
Será tarde de mais para lutar? Será tarde demais para vencer? Tarde de mais para acreditar?
Cada x parece mais tarde
Andando, rondando, não saiu do mesmo sitio mas parece k n importa… pk isso já so me fere a mim, porque já ninguém esta aqui ao lado…
Quando todos já perderam a fé em mim… porque é complicado e é melhor parar antes de dar errado… aqui já n vive nada só pó…
Cada x tenho mais medo de n ser capaz será k é tarde demais? Por vezes só apetece fechar os olhos…
É demasiado tarde para obter redenção… porque já n há esperança… por estar tudo no chão… já n há céu para mim já n o mereço… porque já n há luta, por n haver motivo… cada dia é só um epilogo… será o fim do inicio, o inicio do fim…
domingo, 20 de janeiro de 2008
“Eu sei” Sara Tavares
No fim do dia, já cansada só queria poder voar, deixar a mascara de lado e seguir em frente, andar adiante, vendo a minha cara na poça de água
Sem voz, sem fôlego, sem vontade, sem motivo
Podia ser mais fácil??? Será que era possível? E se tivéssemos poder para mudar o mundo, nem precisava mudar o mundo, bastava só mudar-me… porque só ele sabe
Mais dolorosa, mais fundo, mais abismal, mais sem graça e sem refugio.
Dou por mim a apensar em tanta coisa da qual me queria afastar, as quais vem sempre a tona como borras no café…
Só queria k fosse mais fácil, que me permitisse ir… n sei para onde, não ser por k caminho, n sei por k corrente, não sei por que mão, por que sorriso, por que refrão, mas… porque só ele sabe
Era toa mais fácil se conseguisse ver os meus passos andarem sozinhos, se o vento me levasse em frente, se visse aquela luz mais forte que eu… nunca sabendo por k lugar ir, só precisava de… porque só ele sabe…
Sem voz, sem fôlego, sem vontade, sem motivo
Podia ser mais fácil??? Será que era possível? E se tivéssemos poder para mudar o mundo, nem precisava mudar o mundo, bastava só mudar-me… porque só ele sabe
Mais dolorosa, mais fundo, mais abismal, mais sem graça e sem refugio.
Dou por mim a apensar em tanta coisa da qual me queria afastar, as quais vem sempre a tona como borras no café…
Só queria k fosse mais fácil, que me permitisse ir… n sei para onde, não ser por k caminho, n sei por k corrente, não sei por que mão, por que sorriso, por que refrão, mas… porque só ele sabe
Era toa mais fácil se conseguisse ver os meus passos andarem sozinhos, se o vento me levasse em frente, se visse aquela luz mais forte que eu… nunca sabendo por k lugar ir, só precisava de… porque só ele sabe…
sábado, 19 de janeiro de 2008
“30 Seconds to mars” The Kill
(…)
Podia querer correr… andar as voltas…
Até podia lutar… andar em círculos só isso sei fazer…
Por mais k tente fazer algo acabo sempre por ser um nada, por n conseguir reagir…
É tão forte e eu sou tão fraca
Só queria ter força, ter asas, ter um não sei o que
Desesperadamente fugir, fixar-me em mim e explodir, renascer, viver…
Dói tanto, de uma maneira sem explicação
De um modo k me consome, me arranha, me mata, me faz parva, como me deixa assim? Como é possível n me livrar…
J na tenho força
Quando tudo arde a minha volta e tu n vens me salvas
Não me vens buscar
Apenas me vês arder
Ficas apenas á espera
E escondida eu grito….
(…)
É só um instante em câmara lenta
Toda a minha vida num flash-back
Toda a minha vaga existência
Tudo o que n quer dizer nada…
Deixa-me sair, deixa-me lutar
Partir o mundo em duas partes
Toda esta luz me fere os olhos
Me tenta puxar para baixo
Porque todos me querem ver falhar
Rir-se de mim,
Verem que n sou capaz
Deixando-me afundar, vendo tudo desaparecer, tudo tendo uma não forma
Por mais k tente subir
Aquela mão k me puxa para cima me afunda…
Podia querer correr… andar as voltas…
Até podia lutar… andar em círculos só isso sei fazer…
Por mais k tente fazer algo acabo sempre por ser um nada, por n conseguir reagir…
É tão forte e eu sou tão fraca
Só queria ter força, ter asas, ter um não sei o que
Desesperadamente fugir, fixar-me em mim e explodir, renascer, viver…
Dói tanto, de uma maneira sem explicação
De um modo k me consome, me arranha, me mata, me faz parva, como me deixa assim? Como é possível n me livrar…
J na tenho força
Quando tudo arde a minha volta e tu n vens me salvas
Não me vens buscar
Apenas me vês arder
Ficas apenas á espera
E escondida eu grito….
(…)
É só um instante em câmara lenta
Toda a minha vida num flash-back
Toda a minha vaga existência
Tudo o que n quer dizer nada…
Deixa-me sair, deixa-me lutar
Partir o mundo em duas partes
Toda esta luz me fere os olhos
Me tenta puxar para baixo
Porque todos me querem ver falhar
Rir-se de mim,
Verem que n sou capaz
Deixando-me afundar, vendo tudo desaparecer, tudo tendo uma não forma
Por mais k tente subir
Aquela mão k me puxa para cima me afunda…
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
"Home" Mickael Buble
Cada vez que acordo, e sinto que chega um novo dia por um segundo, só acreditar ser este o dia…
Luto por me levantar da cama erguendo a cabeça pensando… será este o dia? O dia…
Tento manter-me atenta, arriscando viver o hoje o amanha
Mas às vezes custa tanto…
Não ter mais por onde pegar não ter sentido
Quando não estás por perto
Outra vida outro dia outro sol
Ai como é tão vago tão só tão ausente, relutante, patente, frio, desprovido de nada
Tenho sorte, azar ou n tenho nada
Só queria
Desejava ser este o dia
Ser este o dia… de voltar a ser o k já n sou a muito… ah esse dia
Porque merecia mais…tão mais
De tão longe …merecia o dia
Oh porque n me das esse dia…?
(…)
Vivendo como quem só sobrevive
Num mundo que n é o meu, de pernas pró ar
Onde nada corre bem
Mas, sim um mau sonho onde tenho de tentar
Tenho de lutar
Sendo o que n sou
Arranjando a força
Sem saber por onde andar
Rodeada de tantas coisas
Tanta gente e nada
Sozinha…
Ah se esse dia chegasse
Só disso precisava
Esse dia, essa esperança, já fiz tudo agora é a minha x
O meu dia,
Esse dia k me pertence
Desejo esse dia mais do viver
Ah está escrito na minha mão
Seria tudo… esse dia
Preciso tanto de acreditar… que esse dia vai chegar…. E vou ser…
Luto por me levantar da cama erguendo a cabeça pensando… será este o dia? O dia…
Tento manter-me atenta, arriscando viver o hoje o amanha
Mas às vezes custa tanto…
Não ter mais por onde pegar não ter sentido
Quando não estás por perto
Outra vida outro dia outro sol
Ai como é tão vago tão só tão ausente, relutante, patente, frio, desprovido de nada
Tenho sorte, azar ou n tenho nada
Só queria
Desejava ser este o dia
Ser este o dia… de voltar a ser o k já n sou a muito… ah esse dia
Porque merecia mais…tão mais
De tão longe …merecia o dia
Oh porque n me das esse dia…?
(…)
Vivendo como quem só sobrevive
Num mundo que n é o meu, de pernas pró ar
Onde nada corre bem
Mas, sim um mau sonho onde tenho de tentar
Tenho de lutar
Sendo o que n sou
Arranjando a força
Sem saber por onde andar
Rodeada de tantas coisas
Tanta gente e nada
Sozinha…
Ah se esse dia chegasse
Só disso precisava
Esse dia, essa esperança, já fiz tudo agora é a minha x
O meu dia,
Esse dia k me pertence
Desejo esse dia mais do viver
Ah está escrito na minha mão
Seria tudo… esse dia
Preciso tanto de acreditar… que esse dia vai chegar…. E vou ser…
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
“While My Guitar Gently Weeps” The Beatles
No tempo linear
Tempo sem vida
Sem ar,
Em corrida…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Tentando ser eu
Caminho
Olhando o que já foi, meu
Caminho…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Deixar o sol iluminar
A luz
Dar-me o mar
Que compus…
Como é vago
Ao largo
Sou só,
Eu, pó…
Não sei porquê
Mas dói
Um não doer
Nem quero saber…
(…)
Vou indo
No palco
Vou me consumindo
Caindo…
(While My Guitar Gently Weeps…)
No descobrir
No seguir
Porque tem de ser
Ate ao amanhecer…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Sou o que queria?
Ninguém sabia
Sou vaga,
fria…
Cantando
Sorrindo
Vou indo
Subindo…
Olho a rua
Mas ela não é minha
Nua
Nada me pretence
(While My Guitar Gently Weeps…)
O espaço voa
O me eco ressoa
Serei
Terei sido
Cantei
(While My Guitar Gently Weeps…)
Eu estou aqui
Estarei aqui
Aqui…
Tempo sem vida
Sem ar,
Em corrida…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Tentando ser eu
Caminho
Olhando o que já foi, meu
Caminho…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Deixar o sol iluminar
A luz
Dar-me o mar
Que compus…
Como é vago
Ao largo
Sou só,
Eu, pó…
Não sei porquê
Mas dói
Um não doer
Nem quero saber…
(…)
Vou indo
No palco
Vou me consumindo
Caindo…
(While My Guitar Gently Weeps…)
No descobrir
No seguir
Porque tem de ser
Ate ao amanhecer…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Sou o que queria?
Ninguém sabia
Sou vaga,
fria…
Cantando
Sorrindo
Vou indo
Subindo…
Olho a rua
Mas ela não é minha
Nua
Nada me pretence
(While My Guitar Gently Weeps…)
O espaço voa
O me eco ressoa
Serei
Terei sido
Cantei
(While My Guitar Gently Weeps…)
Eu estou aqui
Estarei aqui
Aqui…
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
"Who Knew" Pink
Era um bom dia havia sol, era tudo tão claro, tão nítido e tudo arco íris colorido e paz, tão calmo, mas lindo… Mas algo mudou apetecia-me correr e quebrar a monotonia, cantar, dançar, saltar em cima da cama…ah ser criança outra vez tendo aquela sensação tão boa… ah voltar a…
(…)
Ia pela rua, tanta gente ah tão poucas vidas… todas tão no seu eu quase estranhas, apressadas nas suas vidas isoladas, cansadas… Só queria falar-lhes dizer-lhes olá, sorrir, ah como era bom pular pela rua enlouquecer um pouco, ser diferente, ser eu, ser louca ser pura…
(…)
Mas dava demasiado nas vistas, era demasiado estranho, pois então continuo em mim, continuo guardada no meu eu… mas cada vez que fico sozinha fecho-me de mim abrindo-me para o mundo… Canto, danço, sou eu… ah como já n me lembrava de ser assim, é bom, obrigado… Oh parece que voltei ao inicio, quer dizer não sai do mesmo sitio, mas foi uma viagem…
(…)
Ia pela rua, tanta gente ah tão poucas vidas… todas tão no seu eu quase estranhas, apressadas nas suas vidas isoladas, cansadas… Só queria falar-lhes dizer-lhes olá, sorrir, ah como era bom pular pela rua enlouquecer um pouco, ser diferente, ser eu, ser louca ser pura…
(…)
Mas dava demasiado nas vistas, era demasiado estranho, pois então continuo em mim, continuo guardada no meu eu… mas cada vez que fico sozinha fecho-me de mim abrindo-me para o mundo… Canto, danço, sou eu… ah como já n me lembrava de ser assim, é bom, obrigado… Oh parece que voltei ao inicio, quer dizer não sai do mesmo sitio, mas foi uma viagem…
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
"When I'm gone" 3 Doors Down
Passo pela rua tudo me parece demasiado grande, tão vazio e tão distante…sinto.me como que uma peça do puzzle mal colocada demasiado invisível, demasiado…demasiado…
Tanta gente, movimento, ahhh tanta coisa, tanto… a minha alma grita de voz cansada, as pernas já n kerem andar, de olhos inxados…
É tudo tão vazio, tão só, tão escuro… todos parecem fantasmas k s movem rapidamente passam por mim mas são.me indiferentes eu sigo devagar como em câmara lenta. Sinto o vento a puxar.me para trás mas eu luto ele suga.me, leva.me para longe mas n me deixa voar, só ficar…
Vejo.me de cima pareço ta diferente, tão lentamente…
Sinto a minha pele húmida do rio k nasce e s apaga…
Então vejo-os uns olhos que me estão a ver, incomodam.me caso parecem conhecer.me, olham.me por dentro deixam.me nua… ao mesmo tempo têm km eles um sorriso desafiador, parece rir.se na minha cara, ahhh… vêem-me tão bem… como os meus próprios olhos… parece k sou eu mas n sou, ou sou…
So… so…so…
Ahhh custa, tanto, tanto…
Vejo.me a cair mas abro as asas num voar tão alto kanto uma folha no xao, num cair tão ocioso, tão calmo mas tão barulhento… as mãos k me agarram não me deixam cair, dão.me calor… fazem.me sentir mas largem.me a seguir deixam.me no xao e desaparecem… e eu fico ali olho mas n vejo, toco mas n sinto, choro mas… nada…
Tanta gente, movimento, ahhh tanta coisa, tanto… a minha alma grita de voz cansada, as pernas já n kerem andar, de olhos inxados…
É tudo tão vazio, tão só, tão escuro… todos parecem fantasmas k s movem rapidamente passam por mim mas são.me indiferentes eu sigo devagar como em câmara lenta. Sinto o vento a puxar.me para trás mas eu luto ele suga.me, leva.me para longe mas n me deixa voar, só ficar…
Vejo.me de cima pareço ta diferente, tão lentamente…
Sinto a minha pele húmida do rio k nasce e s apaga…
Então vejo-os uns olhos que me estão a ver, incomodam.me caso parecem conhecer.me, olham.me por dentro deixam.me nua… ao mesmo tempo têm km eles um sorriso desafiador, parece rir.se na minha cara, ahhh… vêem-me tão bem… como os meus próprios olhos… parece k sou eu mas n sou, ou sou…
So… so…so…
Ahhh custa, tanto, tanto…
Vejo.me a cair mas abro as asas num voar tão alto kanto uma folha no xao, num cair tão ocioso, tão calmo mas tão barulhento… as mãos k me agarram não me deixam cair, dão.me calor… fazem.me sentir mas largem.me a seguir deixam.me no xao e desaparecem… e eu fico ali olho mas n vejo, toco mas n sinto, choro mas… nada…
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