Como se o meu corpo fosse tomado
Tombado
Doe em cada respirar
Magoa em cada tocar
Algo que me fere
Que me arranha
Tudo em mim interfere
Tudo se entranha
Os sentidos baralhados
Congelados
Com frio
Cada arrepio
Por mais cal e pedras
Mais chuva, mais trevas
Continua aquele sorrir
Quase a pedir
Atenção! Porque tudo é complicado
Tudo mexe
Nem por um bocado
A vida não me esquece
Sinto cada limalha
Cada ferida
Cada falha
Em mim fendida
Como queria ver melhor
Sentir, cheirar
Mas a dor é maior
Quase sem respirar
Seguindo em frente
Sem pensar
Atrás da gente
Apenas a levar
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