Quando nos julgamos tão parvos e tontos que queremos quebrar com tudo o que nos faz retornar para aquela pessoa parva que fomos no passado e que nos atormenta a cada passo. Agora no presente podemos tentar ter muitas caras diferentes, oprimir o passado trancado dentro do cofre, mas ele escapa, ele tem vida própria é como uma alma cedente de sangue, quer me engolir, me reter…
É mais difícil lutarmos contra nos próprios que conta os outros, porque nos apetece morder o nosso corpo, as nossas memórias, todas as duvidas, todos os erros cometidos no passado, sem pensar nas palavras erradas dos momentos certos, das pessoas que conhecemos que nos fizeram fracassar.
O riso, o sopro, a esperança falhada, a falta de pensar, o não querer saber porque, o dispensar ser preciso viver, e não respeitarmos que somos apenas um, quando não nos vêem pelo que somos, mas pelo que mostramos, como um pedaço de carne, que sacia a fome e depois se deita os restos fora, pela qual não se tem respeito, amor, compaixão…
Porque não…ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário