Naqueles dias de sol que rebentam raios não sei de onde
Nos aquecendo por dentro
Que nos iluminam o caminho
Dizendo-nos vem cá
Dá-nos a luz
Aquele abraço daquela chuva miudinha
O saltar na calçada
Não se ralar com nada
Calando apenas o sentido
Dá-nos a luz
Balançando a cabeça a compasso
Não mexendo os pés do chão
Balançando o corpo
Canto com os olhos
A melodia calada da minha cabeça
Dá-nos a luz
Rindo do vento mudo
Do calor surdo
O regaço infiel
Da cor mais sumida
No azul mais cristal
A flor sem cheiro
Dá-nos a luz
Meditando em tudo o que faz mais sentido
No que se quer mais
Fazendo com que o ritmo seja certo
Lutando para conseguir
Fazer fluir
Faz-nos acreditar
Dá-nos luz
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