No meio de tanto
Mas temos de fugir
Temos de nos isolar o pranto
Desistir?
Comendo do que aparece
Lutando enquanto não escurece
É demasiado duro
Muito carga
Peso bruto excessivo
Amarga
Desmedindo o adeus
Sem saber onde estar
Não deixando falar
Sem os olhos teus
Abandono?
Quando não há ar
Um gás asfixiante
Consome o que ficar
Define
Pondo as mãos para cima
Entendendo a extensão
Não pensando no clima
Fazendo, atenção
Será cair?
Ou será só demasiado mau
Quando o tempo não chega
Por vezes é demais
Onde não a casa leda
Abrigo de ventos tais
No meio da espada
Riu calada
Is too bad??
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
“Get over it” Avril Lavigne
A dormir ou acordada?
Qual será a verdade
E qual a fantasia
Onde é o meu lugar?
Será que tenho destino
Tenho apoio, tenho refúgio?
Cansada e calada
Não será nada pior que isso
Só queria algo de...
Será difícil de perceber
Algo sem continuidade, sem razão nem pensamento
Em baixo caio
Sem mãos k agarrem as lágrimas
Correndo descontinuas
Barram o meu rosto
Deixam-me difusa
Não me deixes acompanhada
Será difícil de definir algo sem definição
Com que letras se escrevem o que n existe?
Com a maneiras certas de marcar o incerto
Passa em frente
Enfrenta
Barra a saída
Caminha sem medos
Ou senta e espera que mudem as cores
Só tu sabes o que fazer
Não me compete a mim
Porque já não sou eu
Não sei
Já não me lembro dos meus olhos
Não me encontro
Sentindo-me passo em frente
Será difícil de encarar o sol?
Tens de o fazer mesmo assim…
Qual será a verdade
E qual a fantasia
Onde é o meu lugar?
Será que tenho destino
Tenho apoio, tenho refúgio?
Cansada e calada
Não será nada pior que isso
Só queria algo de...
Será difícil de perceber
Algo sem continuidade, sem razão nem pensamento
Em baixo caio
Sem mãos k agarrem as lágrimas
Correndo descontinuas
Barram o meu rosto
Deixam-me difusa
Não me deixes acompanhada
Será difícil de definir algo sem definição
Com que letras se escrevem o que n existe?
Com a maneiras certas de marcar o incerto
Passa em frente
Enfrenta
Barra a saída
Caminha sem medos
Ou senta e espera que mudem as cores
Só tu sabes o que fazer
Não me compete a mim
Porque já não sou eu
Não sei
Já não me lembro dos meus olhos
Não me encontro
Sentindo-me passo em frente
Será difícil de encarar o sol?
Tens de o fazer mesmo assim…
“He Wasn’t” Avril Lavigne
Os dias têm de mudar hoje
Vão ser diferentes
Já não vai haver preocupação
De lado os sentimentos maus
Estou-me nas tintas
Farta de tudo
Vou-me divertir
Vou saltar
Vou me afundar nas nuvens
Queres ajudar?
Podes entrar mas não feches a porta
Já é tempo de partir
Tenho mais que fazer
Vou sair
Vens ou ficas?
Chega de cama
De remorsos
De mau humor
Chega
Porque lá fora há sol
Aproveito enquanto me sinto em sol
Antes que ele fuja
Estas ouvir ou só finges?
Vou voar para longe
Correr riscos
Vai ser hoje
Só preciso de um empurrão
Se uma ajudinha
Vou melhorar alguma coisa sim…
Vão ser diferentes
Já não vai haver preocupação
De lado os sentimentos maus
Estou-me nas tintas
Farta de tudo
Vou-me divertir
Vou saltar
Vou me afundar nas nuvens
Queres ajudar?
Podes entrar mas não feches a porta
Já é tempo de partir
Tenho mais que fazer
Vou sair
Vens ou ficas?
Chega de cama
De remorsos
De mau humor
Chega
Porque lá fora há sol
Aproveito enquanto me sinto em sol
Antes que ele fuja
Estas ouvir ou só finges?
Vou voar para longe
Correr riscos
Vai ser hoje
Só preciso de um empurrão
Se uma ajudinha
Vou melhorar alguma coisa sim…
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
"Open your eyes" Snow Patrol
Emergindo da viagem pálida
Rápida do tempo
Sugando cada momento
Passando rapidamente sem travões
Sem marcha-atrás,
É complicado
No fim do caminho sem saída
Sem saber o percurso,
Entrando em becos sem saída
Sem ver a luz do dia
Se calhar não precisas dizer nada
Quando o silencio significa tanto
Fica apensas calado a ouvir o nada
Apensas expectante a olhar um tecto sem cor
À espera de um sinal
Levanta-te e acorda
Liberta-te do que te mete medo
Pula bem alto sem cair ao chão
Abrindo as asas aprende a voar
Passa minutos
Tempo infinito a andar
Olhando o som da vida
Com o movimento do ar
Dizendo algo que nada faz lembrar
Sem significado aparente
O olhar mais fraco sem vontade
Cansado de lutar ou de parar?
Continuas assim?
Não respondas, não penses
Não faças nada
Apenas vive
Diz que estás vivo
(…)
Que cresça como uma criança
Pelos enredos dos laços
Alegre com o sol e brincando na chuva
Montando mundos
Construindo o futuro e vivendo o presente
Estranhamente vivendo sem precisar de pensar
Rápida do tempo
Sugando cada momento
Passando rapidamente sem travões
Sem marcha-atrás,
É complicado
No fim do caminho sem saída
Sem saber o percurso,
Entrando em becos sem saída
Sem ver a luz do dia
Se calhar não precisas dizer nada
Quando o silencio significa tanto
Fica apensas calado a ouvir o nada
Apensas expectante a olhar um tecto sem cor
À espera de um sinal
Levanta-te e acorda
Liberta-te do que te mete medo
Pula bem alto sem cair ao chão
Abrindo as asas aprende a voar
Passa minutos
Tempo infinito a andar
Olhando o som da vida
Com o movimento do ar
Dizendo algo que nada faz lembrar
Sem significado aparente
O olhar mais fraco sem vontade
Cansado de lutar ou de parar?
Continuas assim?
Não respondas, não penses
Não faças nada
Apenas vive
Diz que estás vivo
(…)
Que cresça como uma criança
Pelos enredos dos laços
Alegre com o sol e brincando na chuva
Montando mundos
Construindo o futuro e vivendo o presente
Estranhamente vivendo sem precisar de pensar
"All the same" Sick Puppies
Por vezes vive-mos como quem não vê o mundo
Esquecendo o tanto k há á nossa volta
Ignorando o que nos faz falta
Lutamos para manter não sei o quê
E se aproveitássemos mais?
Vivendo o dia
E não deixando que finde antes de algo bom acontecer
Fazendo algo que nos ajude a dar sentido
Algo que nos ajude a fazer caminho
Dias que partem sem volta
Se estamos por pouco tempo como aproveitar?
Lutando
Não nos preocupando tanto com a pressa de ser mais
Mas sim com o que nos completa
Ser quem somos
Dando o que nos é importante
Não vale a pena tanta coisa
Mas muitas valem mais que milhões
E levamos para onde quer que formos
Mais tarde num longínquo universo
Esquecendo o tanto k há á nossa volta
Ignorando o que nos faz falta
Lutamos para manter não sei o quê
E se aproveitássemos mais?
Vivendo o dia
E não deixando que finde antes de algo bom acontecer
Fazendo algo que nos ajude a dar sentido
Algo que nos ajude a fazer caminho
Dias que partem sem volta
Se estamos por pouco tempo como aproveitar?
Lutando
Não nos preocupando tanto com a pressa de ser mais
Mas sim com o que nos completa
Ser quem somos
Dando o que nos é importante
Não vale a pena tanta coisa
Mas muitas valem mais que milhões
E levamos para onde quer que formos
Mais tarde num longínquo universo
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
"O anzol" Radio Macau
Num sabor de mil cores
Sinto a energia de uma criança
Num céu mar claro
Canto e danço de entusiasmo
Relembrando cada foto
E cada lembrança
Sou como o sol
Pulando ate ao infinito
Calando passos na minha despedida
Chego a estar perdida na minha entrada
Abanando a cabeça
Apenas canto
Sou como o sol
Brincando no meio das ondas
Sinto aquele calor
Mergulhado de sal
Sou como o sol
Sinto a energia de uma criança
Num céu mar claro
Canto e danço de entusiasmo
Relembrando cada foto
E cada lembrança
Sou como o sol
Pulando ate ao infinito
Calando passos na minha despedida
Chego a estar perdida na minha entrada
Abanando a cabeça
Apenas canto
Sou como o sol
Brincando no meio das ondas
Sinto aquele calor
Mergulhado de sal
Sou como o sol
"Always" Bon Jovi
Amor
O que é o amor afinal?
Que nos faz tanto mal e tanto bem
Algo que nos agarra
Nascera de onde? Surgirá porquê?
Só se sente
Deixando-nos inundados de algo sem controlo
Por mais que escondido
Ele parece saltar da nossa boca
Passear pelos nossos dedos
Não nos deixando em paz
Arrebatando-nos
Se a paixão é um prenuncio
O que é um gostar afinal?
E o que difere um querer dum desejar
Quando se passa para algo mais profundo?
Com tantas palavras á disposição
Nenhuma parece ser a certa
Evito dize-las com medo de me contaminar
Ou de as extorquir
Será difícil um feitiço destes
Como se desfaz a dor?
Queria saber o que fazer, mas não me cabe a mim
Porque nos deixa ciumentos
Porque nos tira a respiração?
Ate onde nos pode levar
Ate onde não podemos imaginar
Onde já não há palavras
Já não existe nada
Tudo arde, tudo gela
Não percebendo os sentidos
Sem saber as direcções
Só caminhando numa maré de conchas, algas e sal…
O que é o amor afinal?
Que nos faz tanto mal e tanto bem
Algo que nos agarra
Nascera de onde? Surgirá porquê?
Só se sente
Deixando-nos inundados de algo sem controlo
Por mais que escondido
Ele parece saltar da nossa boca
Passear pelos nossos dedos
Não nos deixando em paz
Arrebatando-nos
Se a paixão é um prenuncio
O que é um gostar afinal?
E o que difere um querer dum desejar
Quando se passa para algo mais profundo?
Com tantas palavras á disposição
Nenhuma parece ser a certa
Evito dize-las com medo de me contaminar
Ou de as extorquir
Será difícil um feitiço destes
Como se desfaz a dor?
Queria saber o que fazer, mas não me cabe a mim
Porque nos deixa ciumentos
Porque nos tira a respiração?
Ate onde nos pode levar
Ate onde não podemos imaginar
Onde já não há palavras
Já não existe nada
Tudo arde, tudo gela
Não percebendo os sentidos
Sem saber as direcções
Só caminhando numa maré de conchas, algas e sal…
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
"Canção Simples" Tiago Bettencourt
Naqueles dias de sol que rebentam raios não sei de onde
Nos aquecendo por dentro
Que nos iluminam o caminho
Dizendo-nos vem cá
Dá-nos a luz
Aquele abraço daquela chuva miudinha
O saltar na calçada
Não se ralar com nada
Calando apenas o sentido
Dá-nos a luz
Balançando a cabeça a compasso
Não mexendo os pés do chão
Balançando o corpo
Canto com os olhos
A melodia calada da minha cabeça
Dá-nos a luz
Rindo do vento mudo
Do calor surdo
O regaço infiel
Da cor mais sumida
No azul mais cristal
A flor sem cheiro
Dá-nos a luz
Meditando em tudo o que faz mais sentido
No que se quer mais
Fazendo com que o ritmo seja certo
Lutando para conseguir
Fazer fluir
Faz-nos acreditar
Dá-nos luz
Nos aquecendo por dentro
Que nos iluminam o caminho
Dizendo-nos vem cá
Dá-nos a luz
Aquele abraço daquela chuva miudinha
O saltar na calçada
Não se ralar com nada
Calando apenas o sentido
Dá-nos a luz
Balançando a cabeça a compasso
Não mexendo os pés do chão
Balançando o corpo
Canto com os olhos
A melodia calada da minha cabeça
Dá-nos a luz
Rindo do vento mudo
Do calor surdo
O regaço infiel
Da cor mais sumida
No azul mais cristal
A flor sem cheiro
Dá-nos a luz
Meditando em tudo o que faz mais sentido
No que se quer mais
Fazendo com que o ritmo seja certo
Lutando para conseguir
Fazer fluir
Faz-nos acreditar
Dá-nos luz
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
"Welcome to my live" Simple Plan
Desintegrados
Não pertencendo a lado nenhum
Refugiados não sabendo bem de onde
Fugindo de todo o lado
Dando no vazio
No centro do nada
Não sabendo como ser assim
Quando anda sabe a mel
Podia gritar
Tentar enterrar-me no escuro
Fugir do mal
Partir-me em dois
Mas não seria nada
Querendo ver-me num filme que não é o meu
Desejando ver no espelho o reflexo do que não sou
Não parecer perceber o que digo
Ser assim
Magoando-me sozinha
Saltando num voo a lado nenhum
Sem salvação para mim
A minha vida foi assim
Mas nada será igual
Não me apunhales nas costas
Já mudei, estou bem
Vou conseguir o que quero
Porque chegou a altura
Sentar-me de pernas pró ar
Do lado errado da estrada
Em de mãos no chão
Puxado para a frente
Sem saber onde ir
A vida
A vida que não escolhi
Não pertencendo a lado nenhum
Refugiados não sabendo bem de onde
Fugindo de todo o lado
Dando no vazio
No centro do nada
Não sabendo como ser assim
Quando anda sabe a mel
Podia gritar
Tentar enterrar-me no escuro
Fugir do mal
Partir-me em dois
Mas não seria nada
Querendo ver-me num filme que não é o meu
Desejando ver no espelho o reflexo do que não sou
Não parecer perceber o que digo
Ser assim
Magoando-me sozinha
Saltando num voo a lado nenhum
Sem salvação para mim
A minha vida foi assim
Mas nada será igual
Não me apunhales nas costas
Já mudei, estou bem
Vou conseguir o que quero
Porque chegou a altura
Sentar-me de pernas pró ar
Do lado errado da estrada
Em de mãos no chão
Puxado para a frente
Sem saber onde ir
A vida
A vida que não escolhi
domingo, 17 de fevereiro de 2008
“All the small things” Blink182
“All the small things” Blink182
Não me preocupando com nada, ignorando comentários, seguindo em frente, deixando o caminho devastado por onde passo
Não quero saber
Acabou o tempo de remorsos
Acabou
Agora é o tempo da farra
É o tempo de não querer saber
Cansada de vida da treta, passada com tudo, irada com o mundo, não quero saber
Se não queres saber eu também não
Deixei de ser quem era há muito tempo
Como vieste vais embora
Eu continuo em frente
Não me preocupando com nada, ignorando comentários, seguindo em frente, deixando o caminho devastado por onde passo
Não quero saber
Acabou o tempo de remorsos
Acabou
Agora é o tempo da farra
É o tempo de não querer saber
Cansada de vida da treta, passada com tudo, irada com o mundo, não quero saber
Se não queres saber eu também não
Deixei de ser quem era há muito tempo
Como vieste vais embora
Eu continuo em frente
sábado, 16 de fevereiro de 2008
“I miss you” Blink 182
Estou por aqui
Atormentada pelo presente
Vivendo ausente
Não sabendo o que pensar
Sem saber se vou cá estar
Sem saber se sou forte
Esperando dia e noite
Até ao que não sei reter
Ao que não me da sentido
Ao que não me da
Lágrimas perdidas
Sorrisos perdidos
Pensamentos à muito reprimidos
Gritam cá dentro
Tenho de deixar sair os esqueletos
As almas penadas
Só queria que me levasses daqui
Mas não és capaz
Com pouco tempo
Para pensar
Escrevendo de maneira impar
Esgotando o que me é livre
Estou aqui
Ouve-me
Consegues ver-me
Preciso de ti
Por vias perdidas
Sentidos proibidos
Sinais de perigo
Confusão
Obstrução
…
Atormentada pelo presente
Vivendo ausente
Não sabendo o que pensar
Sem saber se vou cá estar
Sem saber se sou forte
Esperando dia e noite
Até ao que não sei reter
Ao que não me da sentido
Ao que não me da
Lágrimas perdidas
Sorrisos perdidos
Pensamentos à muito reprimidos
Gritam cá dentro
Tenho de deixar sair os esqueletos
As almas penadas
Só queria que me levasses daqui
Mas não és capaz
Com pouco tempo
Para pensar
Escrevendo de maneira impar
Esgotando o que me é livre
Estou aqui
Ouve-me
Consegues ver-me
Preciso de ti
Por vias perdidas
Sentidos proibidos
Sinais de perigo
Confusão
Obstrução
…
“The little things that give you away” Linkin Park
Com tanta coisa em que pensar
Tanto por tentar ajudar
Mantendo a calma
Vejo tudo o k já n acalma
Enlouquecendo
Não tendo mais fé
Sem pé
Não sei o k fazer
Não tenho mão
Sem sermão
O k vou dizer
Nada posso fazer
Keria dizer k sim
Mas neo e bem assim
Sem esperança
Na ponta da lança
Relembro tempo passado
Já levado
Revivido numa gota
De esperança pouca
So keria k contigo
Fosse diferente
Vivendo o presente
Renasce
Não fiques caído
Nasce
Naoe stas perdido
Vive
Sobrevive
Deixa essa solidão
Irmão
Sai da sela
Pensa nela
Não destruas a rocha
Vai deixar mossa
Fecha os olhos
Para os abrires
Ainda não percebeste
Que é so pedires
Ajuda
Segue o caminho
Mas lembra-te de onde partiste
De quem não te despedis-te
Tanto por tentar ajudar
Mantendo a calma
Vejo tudo o k já n acalma
Enlouquecendo
Não tendo mais fé
Sem pé
Não sei o k fazer
Não tenho mão
Sem sermão
O k vou dizer
Nada posso fazer
Keria dizer k sim
Mas neo e bem assim
Sem esperança
Na ponta da lança
Relembro tempo passado
Já levado
Revivido numa gota
De esperança pouca
So keria k contigo
Fosse diferente
Vivendo o presente
Renasce
Não fiques caído
Nasce
Naoe stas perdido
Vive
Sobrevive
Deixa essa solidão
Irmão
Sai da sela
Pensa nela
Não destruas a rocha
Vai deixar mossa
Fecha os olhos
Para os abrires
Ainda não percebeste
Que é so pedires
Ajuda
Segue o caminho
Mas lembra-te de onde partiste
De quem não te despedis-te
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
"Let it Die" Foo Fighters
A parte mais difícil n cair
Fechando os olhos parece n ser connosco
Calando os passos ignoro
Não sou eu
Não é comigo
Esquecido
Vou fugir
Não estou
O reflexo do que já fui
Num passado presente
Relembrando partes
Fragmentos do fundo
Não querendo outro no mesmo destino
Não permitindo
Sem tempo de fuga
Vão ser apanhados
Sem salvação para mim
Também não consigo salva-los
Sem amor para mim
Não dá
Correndo sem tempo
Não conseguindo
Terão de cair
Não quero vê-los no chão
Não quero o mesmo destino para eles
Vê-los sofrer
Não
Já pensaste no resto do mundo
Olha á tua volta
Acorda
Mexe-te
Remexe
Vem ao de cima
Precisas de ar
Não desistas
Não sejas fraco
Não te deixes cair mais
Ahhhhhhhhhhhh
Faz algo
Levanta os braços por favor
Não te quero ver rastejar
Não te quero ver sem futuro
Acorda enquanto é hora
Fechando os olhos parece n ser connosco
Calando os passos ignoro
Não sou eu
Não é comigo
Esquecido
Vou fugir
Não estou
O reflexo do que já fui
Num passado presente
Relembrando partes
Fragmentos do fundo
Não querendo outro no mesmo destino
Não permitindo
Sem tempo de fuga
Vão ser apanhados
Sem salvação para mim
Também não consigo salva-los
Sem amor para mim
Não dá
Correndo sem tempo
Não conseguindo
Terão de cair
Não quero vê-los no chão
Não quero o mesmo destino para eles
Vê-los sofrer
Não
Já pensaste no resto do mundo
Olha á tua volta
Acorda
Mexe-te
Remexe
Vem ao de cima
Precisas de ar
Não desistas
Não sejas fraco
Não te deixes cair mais
Ahhhhhhhhhhhh
Faz algo
Levanta os braços por favor
Não te quero ver rastejar
Não te quero ver sem futuro
Acorda enquanto é hora
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
"i'll be waiting" Lenny Kravitz
Por mais que se queira a paz, lutando de alma e corpo, por vezes não conseguimos evitar. Isolando o mundo, pensando que será melhor, que vai passar por si só
Achando que o mundo não nos entende
Porque não nos deixamos entender
Isolando
Pensando ser mais fácil
Deixando tudo para trás
Deixando ir
Não enfrentando
Não tendo coragem
Sendo fraco
Pensando partir muito, desfazendo bastante a dor. Destruindo a luz, inundada no escuro, não vendo nada dentro de tanto mundo vago, na imensidão do vazio largo
Não deixando chegar perto
Não permitindo nada
Deixando de lutar
Entregando os pontos
Não querendo ajuda
Sendo teimoso
Remexendo por dentro
Pensando vai passar
Vai indo
Parando no tempo, não avançando, levando as magoas mais alem, como se fosse preciso sofrimento
Querendo dar mão
Mas não dando
Querendo respirar
Mas só sobrevivendo
Fugir não é mais fácil
Imaginando um mundo paralelo
Não vendo o belo
Cansado
Parado
Perdendo tudo
Não ficando nada
A casa quase alagada
Pode restar nada…
Achando que o mundo não nos entende
Porque não nos deixamos entender
Isolando
Pensando ser mais fácil
Deixando tudo para trás
Deixando ir
Não enfrentando
Não tendo coragem
Sendo fraco
Pensando partir muito, desfazendo bastante a dor. Destruindo a luz, inundada no escuro, não vendo nada dentro de tanto mundo vago, na imensidão do vazio largo
Não deixando chegar perto
Não permitindo nada
Deixando de lutar
Entregando os pontos
Não querendo ajuda
Sendo teimoso
Remexendo por dentro
Pensando vai passar
Vai indo
Parando no tempo, não avançando, levando as magoas mais alem, como se fosse preciso sofrimento
Querendo dar mão
Mas não dando
Querendo respirar
Mas só sobrevivendo
Fugir não é mais fácil
Imaginando um mundo paralelo
Não vendo o belo
Cansado
Parado
Perdendo tudo
Não ficando nada
A casa quase alagada
Pode restar nada…
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
"Perto de ti" Anjos
Não podendo
Ter-te sempre aqui
Sabendo
Que pensas me mim
Fico contente
Não minto
Estás ausente
Mas sinto
De olhos fechados
Vejo-te
De desejos apertados
Beijo-te
Tas tão perto
Tão cá dentro
De paradeiro incerto
Por essa porta entro
Num segundo
Numa fracção
No meu mundo
No meu coração
Não sabendo como fizeste
Não querendo saber
Tudo o k me deste
Me fizeste ser
De nova vida
Esperança
Despida
De tudo o que cansa
Calada
Presente
Amada
Contente
Em cada respiração
Em cada olhar
Cada canção
Cada mergulhar
Querendo tanto
Pensando
Deixando o pranto
Levando
Luminosa
Sorridente
Majestosa
Contente
Olhando
E num olhar
Tocando
Um desejar
Adorando
Cada passo
Andando
Num compasso
Ter-te sempre aqui
Sabendo
Que pensas me mim
Fico contente
Não minto
Estás ausente
Mas sinto
De olhos fechados
Vejo-te
De desejos apertados
Beijo-te
Tas tão perto
Tão cá dentro
De paradeiro incerto
Por essa porta entro
Num segundo
Numa fracção
No meu mundo
No meu coração
Não sabendo como fizeste
Não querendo saber
Tudo o k me deste
Me fizeste ser
De nova vida
Esperança
Despida
De tudo o que cansa
Calada
Presente
Amada
Contente
Em cada respiração
Em cada olhar
Cada canção
Cada mergulhar
Querendo tanto
Pensando
Deixando o pranto
Levando
Luminosa
Sorridente
Majestosa
Contente
Olhando
E num olhar
Tocando
Um desejar
Adorando
Cada passo
Andando
Num compasso
domingo, 10 de fevereiro de 2008
"With or without you" U2

Quando estamos naquele túnel escuro e frio, onde já não há esperança só vazio, pensando estar sozinhos
Pensam já não ter forças, já não ter fé, já não ter esperança
Pequenina
Pequenina
Não se vêem escondidos e gelados
Pequenina
Pequenina
Pequenina começa a brilhar uma luz, aquela luz ao fundo, que vos mostra um ao outro
Levando-vos longe naquela abraço, passando ventos, tempestades, sol, trevas, cada dia
E lutando, ficando juntos, sobrevivendo e vencendo
Acreditando naquela luz, ela começa a crescer, caminham para ela, por mais longe que esteja ela parece aproximar-se porque não duvidem á coisas que estão destinadas a ficar juntas
Depois de uma guerra, depois do esforço, recebemos sempre a serenidade, a esperança depois das lágrimas, a ajuda o caminho
Porque aquela luz brilha para vos, vos espera e que vos ilumine cada vez mais…
Pensam já não ter forças, já não ter fé, já não ter esperança
Pequenina
Pequenina
Não se vêem escondidos e gelados
Pequenina
Pequenina
Pequenina começa a brilhar uma luz, aquela luz ao fundo, que vos mostra um ao outro
Levando-vos longe naquela abraço, passando ventos, tempestades, sol, trevas, cada dia
E lutando, ficando juntos, sobrevivendo e vencendo
Acreditando naquela luz, ela começa a crescer, caminham para ela, por mais longe que esteja ela parece aproximar-se porque não duvidem á coisas que estão destinadas a ficar juntas
Depois de uma guerra, depois do esforço, recebemos sempre a serenidade, a esperança depois das lágrimas, a ajuda o caminho
Porque aquela luz brilha para vos, vos espera e que vos ilumine cada vez mais…
sábado, 9 de fevereiro de 2008
"Here is Gone" Goo Goo Dolls
Não escrevendo poesia, não tentando rimar, não escrevendo para fazer sentido, apenas escrevendo. Libertando palavras pelos dedos calejados, pensando em tantas coisas ao mesmo tempo, no passado no futuro…
Cansada de tanta coisa, iluminada por outras quantas, sinto-me estupidamente feliz, estupidamente livre, loucamente única e bonita
Lembrando tantas coisas, como que sendo imensas vidas passadas. Tanta gente, tantos sentimentos, tantas palavras em vão, tanta desilusão, mas fundo tanta alegria
Lembro todos os sorrisos, todas a loucuras, as parodias, as historias, eu…
Como as pessoas à minha roda me fazem bem, como me ajudam a viver e não só respirar por nada
Percebo que preciso das pessoas, e que elas precisam de mim, que cada dia se torna único cada vez que vivo um momento
Cada respirar, cada música, cada palavra, cada olhar, as vezes basta parar
Recordar tanta coisa que nos mantém com um sorriso
Cansada de tanta coisa, iluminada por outras quantas, sinto-me estupidamente feliz, estupidamente livre, loucamente única e bonita
Lembrando tantas coisas, como que sendo imensas vidas passadas. Tanta gente, tantos sentimentos, tantas palavras em vão, tanta desilusão, mas fundo tanta alegria
Lembro todos os sorrisos, todas a loucuras, as parodias, as historias, eu…
Como as pessoas à minha roda me fazem bem, como me ajudam a viver e não só respirar por nada
Percebo que preciso das pessoas, e que elas precisam de mim, que cada dia se torna único cada vez que vivo um momento
Cada respirar, cada música, cada palavra, cada olhar, as vezes basta parar
Recordar tanta coisa que nos mantém com um sorriso
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
"Boa sorte/Good Luck" Vanessa da Mata e Ben Harper
No cheiro do vento
Digo adeus
Sem palavras
Sem ritmo
Sem sentimentos
Calada, grito vai embora
Deixada para trás
Sigo
Largando o passado
Deixando este peso
Flutuando, crescendo
Sendo feliz
Largando correntes
Sou eu
Vivo sou vivida
Sem motivo
Sem razão
Sem paixão
Não tendo o que fazer
Seguindo aquela vereda calma
Mergulhada no futuro
Esquecendo, não vendo
O que me deste
Me tiraste em dobro
Sem sentimentos
Sem esperar nada
Na calma do mar
Recebi o melhor
Que me podia dar
Esquecendo-me de mim
Deram-me vida
Pegando-me pela mão
Deram-me corda
Acordei
Sendo nova
Completamente renovada
Esquecendo conselhos
Ficando com o melhor
Lavando magoas em lágrimas
Esquecendo o mal
Ligando novas inscrições
Lutando
Vencendo barreiras
Correndo mais alto
Saltando mais depressa
Sem esperar
Encontrando
Rodando
Flutuando
Encontrando
Sentindo
Enroscando
Amando
Digo adeus
Sem palavras
Sem ritmo
Sem sentimentos
Calada, grito vai embora
Deixada para trás
Sigo
Largando o passado
Deixando este peso
Flutuando, crescendo
Sendo feliz
Largando correntes
Sou eu
Vivo sou vivida
Sem motivo
Sem razão
Sem paixão
Não tendo o que fazer
Seguindo aquela vereda calma
Mergulhada no futuro
Esquecendo, não vendo
O que me deste
Me tiraste em dobro
Sem sentimentos
Sem esperar nada
Na calma do mar
Recebi o melhor
Que me podia dar
Esquecendo-me de mim
Deram-me vida
Pegando-me pela mão
Deram-me corda
Acordei
Sendo nova
Completamente renovada
Esquecendo conselhos
Ficando com o melhor
Lavando magoas em lágrimas
Esquecendo o mal
Ligando novas inscrições
Lutando
Vencendo barreiras
Correndo mais alto
Saltando mais depressa
Sem esperar
Encontrando
Rodando
Flutuando
Encontrando
Sentindo
Enroscando
Amando
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
"Hanging by a moment" Lifehouse
Cada coisa tem o seu tempo
Cada lugar uma ocasião
Cada momento um passo
Cada vida uma estrutura
Cada encontro um novo dado
Pensando fugir, fiquei
Quando desprevenida, agarrada
A quando não esperada, alada
Agarrada pelo meu eu
Que me puxa para onde quero ir
Cortando cominho
Pelas ansiadas e ruas eu vou
De noite, de dia
Aquele luar
Num andar encurtado
Não sabendo o que esperar
Partindo, ficando aqui
Olhando-te e não vendo nada
Para além daquela luz
Canção mais calma
Agitada
Lugar mais perfeito
Gelo mais quente
Calado gritante
Sol do mar
Abrindo os pulmões
Não tendo mais medo
Sabendo que passo dar
Ir
Indo
A lei do eterno retorno
Passado, futuro
Perdendo o encontrado
Apaixonada pela lua
Amando o sol
Querendo o momento
Deixando levar
Querendo queimar
Programando sem plano
Ficando amarrada
Ficando presa a ti
Cada lugar uma ocasião
Cada momento um passo
Cada vida uma estrutura
Cada encontro um novo dado
Pensando fugir, fiquei
Quando desprevenida, agarrada
A quando não esperada, alada
Agarrada pelo meu eu
Que me puxa para onde quero ir
Cortando cominho
Pelas ansiadas e ruas eu vou
De noite, de dia
Aquele luar
Num andar encurtado
Não sabendo o que esperar
Partindo, ficando aqui
Olhando-te e não vendo nada
Para além daquela luz
Canção mais calma
Agitada
Lugar mais perfeito
Gelo mais quente
Calado gritante
Sol do mar
Abrindo os pulmões
Não tendo mais medo
Sabendo que passo dar
Ir
Indo
A lei do eterno retorno
Passado, futuro
Perdendo o encontrado
Apaixonada pela lua
Amando o sol
Querendo o momento
Deixando levar
Querendo queimar
Programando sem plano
Ficando amarrada
Ficando presa a ti
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
“Numb” Linkin Park
Quando os pedais são demasiado pesados
E aquela velha bicicleta empenada
Parece não querer andar
Tendo os pneus furados não quer levar-me
Não me deixando sentir o vento
Impedindo-me de seguir
Detendo-mePondo-me travões
Deixando-a para taras
Corro como nunca
De pés descansos
Sangrando
Fugindo do mundo
Com aquelas lágrimas k caem
Que me acariciam a face
Deixando-me pesada
Cansada
Levanto os olhos ao céu e vou
Lutando
Cada dia mais
Abrindo as mãos
Chorando
Não me deixando ir
Evitando
Sabendo que vou cair
Conhecendo que um dia
Estarei no chão
Vou desapontar-te
Com tudo á minha volta
A engolir-me
Giro 360º batendo km a cabeça nas paredes
Evitando ser o que sou eu
Tão errado
Tão gritante
Tão meu
E aquela velha bicicleta empenada
Parece não querer andar
Tendo os pneus furados não quer levar-me
Não me deixando sentir o vento
Impedindo-me de seguir
Detendo-mePondo-me travões
Deixando-a para taras
Corro como nunca
De pés descansos
Sangrando
Fugindo do mundo
Com aquelas lágrimas k caem
Que me acariciam a face
Deixando-me pesada
Cansada
Levanto os olhos ao céu e vou
Lutando
Cada dia mais
Abrindo as mãos
Chorando
Não me deixando ir
Evitando
Sabendo que vou cair
Conhecendo que um dia
Estarei no chão
Vou desapontar-te
Com tudo á minha volta
A engolir-me
Giro 360º batendo km a cabeça nas paredes
Evitando ser o que sou eu
Tão errado
Tão gritante
Tão meu
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
"Rise up" Yves Larock
Começas a sentir aquele calor abafado
Um quente molhado
Aquela nuvem que isola
Que te toca
Que mexe contigo
Sentes aquele arrepio
Aquele quente cada vez mais perturbante…
Não queres parar
Não queres mais nada
Só o voar mais alto
Só possuir o sol
Ver as estrelas de olhos fechados
Deixar-te ir por completo
Enlouquecer
Calar aquele grito abafado
Tentando dar passos pequenos
Largos mas ledos
Todos afluindo para o mesmo caminho
Aquela estrada ardente
Pró rasto do sol
Daquele astro mais vivo
Aquele sol verde
Luminoso queimando
Sedoso, hipnotizando
Que faz ver a luz mais nítida
O negro mais profundo
Calma
(…)
Seduzida
(…)
Derretida
(…)
Fundida
Sentindo o ritmo a aumentar
Aquele calor a não deixar respirar
Levando para longe tão perto
Para lugar inserto
Por vales, montes
Desertos
Sentindo aquele arrepio que queima
Que chama k enleia…
Um quente molhado
Aquela nuvem que isola
Que te toca
Que mexe contigo
Sentes aquele arrepio
Aquele quente cada vez mais perturbante…
Não queres parar
Não queres mais nada
Só o voar mais alto
Só possuir o sol
Ver as estrelas de olhos fechados
Deixar-te ir por completo
Enlouquecer
Calar aquele grito abafado
Tentando dar passos pequenos
Largos mas ledos
Todos afluindo para o mesmo caminho
Aquela estrada ardente
Pró rasto do sol
Daquele astro mais vivo
Aquele sol verde
Luminoso queimando
Sedoso, hipnotizando
Que faz ver a luz mais nítida
O negro mais profundo
Calma
(…)
Seduzida
(…)
Derretida
(…)
Fundida
Sentindo o ritmo a aumentar
Aquele calor a não deixar respirar
Levando para longe tão perto
Para lugar inserto
Por vales, montes
Desertos
Sentindo aquele arrepio que queima
Que chama k enleia…
domingo, 3 de fevereiro de 2008
"Breathe Easy" Blue
Sem inspiração para conseguir escrever
Sem motivo para reflectir
Sem espaço para abrir as asas
Sem saber o porquê, só que tenho de escrever…
Deixando que as palavras voem
Que se soltem
Me baralhem
Que me deixe levar por elas
Enquanto elas dança na minha cabeça
Tentando libertar tanto coisa que não consigo
Pensando em tanto
Tentando limpar a mente
Não consigo
Não consigo deixar de pensar me tanta coisa
Torna-se impossível escrever algo coerente
Algo decente
Calem-se
Deixem em paz
Estão a atormentar-me
A mostrar imagem sem nexo
Sem anexo
Sem sentido
Não sabendo como evitar
Não sabendo como pensar
Larguem-me deixem-me sozinha
Libertem-me dessas correntes
Deixem-me chorar
Deixem-me lutar
Deixem-me conseguir
Eu preciso
(..)
Com a vista turva
A alma pasmada
Um pensamento apenas
Um desejo
Uma certeza
Uma luta
Um caminho
Cansada
Estafada
Esgotada
Sem conseguir dizer nada
Só quero um abrigo
Sem motivo para reflectir
Sem espaço para abrir as asas
Sem saber o porquê, só que tenho de escrever…
Deixando que as palavras voem
Que se soltem
Me baralhem
Que me deixe levar por elas
Enquanto elas dança na minha cabeça
Tentando libertar tanto coisa que não consigo
Pensando em tanto
Tentando limpar a mente
Não consigo
Não consigo deixar de pensar me tanta coisa
Torna-se impossível escrever algo coerente
Algo decente
Calem-se
Deixem em paz
Estão a atormentar-me
A mostrar imagem sem nexo
Sem anexo
Sem sentido
Não sabendo como evitar
Não sabendo como pensar
Larguem-me deixem-me sozinha
Libertem-me dessas correntes
Deixem-me chorar
Deixem-me lutar
Deixem-me conseguir
Eu preciso
(..)
Com a vista turva
A alma pasmada
Um pensamento apenas
Um desejo
Uma certeza
Uma luta
Um caminho
Cansada
Estafada
Esgotada
Sem conseguir dizer nada
Só quero um abrigo
sábado, 2 de fevereiro de 2008
"Cada lugar Teu" Mafalda Veiga
Deitada
Enroscada
Fechando os olhos
Vejo aquele brilho
E sorrio
Ali
Deixando para trás tudo o k é mau
Começando uma nova vida
Dando os primeiros passos
Sem medos escondidos
Lutando porque vale a pena
Porque hoje é o dia
Sem olhar para trás
Sendo melhor
Mudando
Vendo aquele vento
Que me arrepia o pescoço
Me da vontade de te abraçar
De ficar de lutar sem saber se vou falhar
Porque estou tão bem e quero-te assim
Por favor fica aqui
Fica só ao meu lado
Dá-me aquele abraço quente
Faz-me sentir tão bem
Leva-me daqui
Para aquele lugar perdido
Longe
Disfarçado no meio do dia
Repleto de banho de luar
Podem passar estações
Nuvens
Sol
Lua
Tempestades
Terramotos
O espaço pode afastar-se
Desde que estejas lá
Andando
Saltando por cima dos buracos das vida
Sentindo aquela calma que vou conseguir
Alcançar o mar
Basta-me isso para sorrir
Para te…
Mesmo que não consiga atingir o voo
Mesmo não sabendo s há sol ou chuva
Fecha a porta
Fica aqui
Dá-me a mão
Apanha aquela lágrima
Faz-me sentir e não pensar
Consigo ver-te
Escuta apenas o som da chuva
Caindo da minha cara
Aquela gota calma
Que se desfaz
Num sorriso imenso
Que não tem medo
Que não tem vergonha
Que apenas esta feliz
E …
Enroscada
Fechando os olhos
Vejo aquele brilho
E sorrio
Ali
Deixando para trás tudo o k é mau
Começando uma nova vida
Dando os primeiros passos
Sem medos escondidos
Lutando porque vale a pena
Porque hoje é o dia
Sem olhar para trás
Sendo melhor
Mudando
Vendo aquele vento
Que me arrepia o pescoço
Me da vontade de te abraçar
De ficar de lutar sem saber se vou falhar
Porque estou tão bem e quero-te assim
Por favor fica aqui
Fica só ao meu lado
Dá-me aquele abraço quente
Faz-me sentir tão bem
Leva-me daqui
Para aquele lugar perdido
Longe
Disfarçado no meio do dia
Repleto de banho de luar
Podem passar estações
Nuvens
Sol
Lua
Tempestades
Terramotos
O espaço pode afastar-se
Desde que estejas lá
Andando
Saltando por cima dos buracos das vida
Sentindo aquela calma que vou conseguir
Alcançar o mar
Basta-me isso para sorrir
Para te…
Mesmo que não consiga atingir o voo
Mesmo não sabendo s há sol ou chuva
Fecha a porta
Fica aqui
Dá-me a mão
Apanha aquela lágrima
Faz-me sentir e não pensar
Consigo ver-te
Escuta apenas o som da chuva
Caindo da minha cara
Aquela gota calma
Que se desfaz
Num sorriso imenso
Que não tem medo
Que não tem vergonha
Que apenas esta feliz
E …
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
“Se eu não te amasse tanto assim” Ivete Sangalo
Para ti...
Naquela brisa calma e leve, que se levanta e me transporta
Leva-me tão longe agora mais do que podia imaginar
Quando não se procura, as coisas acabam por acontecer
Quando se está distraído tudo sai bem
Não pensando só seguindo os passou na areia
Só tentando ir mais alem…
Tenho mesmo de escrever isto?
As vezes não preciso escrever para me veres
As vezes não preciso de palavras para me adivinhares
Para me sentires aqui
Para entenderes o que quero dizer
Acho que basta olhar para ti e
Naquele castanho deves ver a resposta
Agora sei
Conheço a verdade
Conseguindo alcançar o que está à porta
Desejando o que já tenho de melhor
Tudo em ti
Tudo em ti k me faz sorri
Aquele olhar k me faz sentir assim
Aquele gesto mais comum e mais especial
Mais largo mais bonito
Que me contem e me faz voar
Para ti…
Naquela brisa calma e leve, que se levanta e me transporta
Leva-me tão longe agora mais do que podia imaginar
Quando não se procura, as coisas acabam por acontecer
Quando se está distraído tudo sai bem
Não pensando só seguindo os passou na areia
Só tentando ir mais alem…
Tenho mesmo de escrever isto?
As vezes não preciso escrever para me veres
As vezes não preciso de palavras para me adivinhares
Para me sentires aqui
Para entenderes o que quero dizer
Acho que basta olhar para ti e
Naquele castanho deves ver a resposta
Agora sei
Conheço a verdade
Conseguindo alcançar o que está à porta
Desejando o que já tenho de melhor
Tudo em ti
Tudo em ti k me faz sorri
Aquele olhar k me faz sentir assim
Aquele gesto mais comum e mais especial
Mais largo mais bonito
Que me contem e me faz voar
Para ti…
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