Passo pela rua tudo me parece demasiado grande, tão vazio e tão distante…sinto.me como que uma peça do puzzle mal colocada demasiado invisível, demasiado…demasiado…
Tanta gente, movimento, ahhh tanta coisa, tanto… a minha alma grita de voz cansada, as pernas já n kerem andar, de olhos inxados…
É tudo tão vazio, tão só, tão escuro… todos parecem fantasmas k s movem rapidamente passam por mim mas são.me indiferentes eu sigo devagar como em câmara lenta. Sinto o vento a puxar.me para trás mas eu luto ele suga.me, leva.me para longe mas n me deixa voar, só ficar…
Vejo.me de cima pareço ta diferente, tão lentamente…
Sinto a minha pele húmida do rio k nasce e s apaga…
Então vejo-os uns olhos que me estão a ver, incomodam.me caso parecem conhecer.me, olham.me por dentro deixam.me nua… ao mesmo tempo têm km eles um sorriso desafiador, parece rir.se na minha cara, ahhh… vêem-me tão bem… como os meus próprios olhos… parece k sou eu mas n sou, ou sou…
So… so…so…
Ahhh custa, tanto, tanto…
Vejo.me a cair mas abro as asas num voar tão alto kanto uma folha no xao, num cair tão ocioso, tão calmo mas tão barulhento… as mãos k me agarram não me deixam cair, dão.me calor… fazem.me sentir mas largem.me a seguir deixam.me no xao e desaparecem… e eu fico ali olho mas n vejo, toco mas n sinto, choro mas… nada…
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1 comentário:
são serenidades violentas na vida de uma pessoa...Às vezes é assim, abre as asas e voa, ainda que no sentido contrário ao que querias.
Vá, toma lá o teu primeiro comentário... =P
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