Porquê fingir que não estamos mal, dizer que não precisamos de ajuda se no fim do dia damos por nos deitados na cama a olhar para o vazio e a pensar como chegámos naquele ponto onde já não há mais volta a dar. Não vale a pena voltar a trás, pensar como seria se…
Sabemos que demos o nosso melhor apesar de tantas vezes isso não ser o suficiente, fizemos por isso, tentamos e voltamos a tentar se não conseguimos não foi culpa nossa, apenas era um fardo demasiado pesado para os nossos ombros.
Por vezes temos de por nas mãos dos outros as nossas forças, as nossas esperanças e o nosso alento pois eles nos podem ajudar e com uma grande corda nos tirar do mais fundo poço e nos dar a luz do dia novamente.
Temos de passar por muitas nuvens na nossa vida mas no fim de tantas tempestades o sol há-de surgir, pode ser fraco ao início, mas no fim do dia era ser mais forte…
terça-feira, 28 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Foo Fighters - "Best Of You"
Quando nos julgamos tão parvos e tontos que queremos quebrar com tudo o que nos faz retornar para aquela pessoa parva que fomos no passado e que nos atormenta a cada passo. Agora no presente podemos tentar ter muitas caras diferentes, oprimir o passado trancado dentro do cofre, mas ele escapa, ele tem vida própria é como uma alma cedente de sangue, quer me engolir, me reter…
É mais difícil lutarmos contra nos próprios que conta os outros, porque nos apetece morder o nosso corpo, as nossas memórias, todas as duvidas, todos os erros cometidos no passado, sem pensar nas palavras erradas dos momentos certos, das pessoas que conhecemos que nos fizeram fracassar.
O riso, o sopro, a esperança falhada, a falta de pensar, o não querer saber porque, o dispensar ser preciso viver, e não respeitarmos que somos apenas um, quando não nos vêem pelo que somos, mas pelo que mostramos, como um pedaço de carne, que sacia a fome e depois se deita os restos fora, pela qual não se tem respeito, amor, compaixão…
Porque não…ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
É mais difícil lutarmos contra nos próprios que conta os outros, porque nos apetece morder o nosso corpo, as nossas memórias, todas as duvidas, todos os erros cometidos no passado, sem pensar nas palavras erradas dos momentos certos, das pessoas que conhecemos que nos fizeram fracassar.
O riso, o sopro, a esperança falhada, a falta de pensar, o não querer saber porque, o dispensar ser preciso viver, e não respeitarmos que somos apenas um, quando não nos vêem pelo que somos, mas pelo que mostramos, como um pedaço de carne, que sacia a fome e depois se deita os restos fora, pela qual não se tem respeito, amor, compaixão…
Porque não…ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Jason Mraz - I'm Yours
Acordando como se de um sonho se tratasse, como em tantas outras manha abro os olhos meio a dormir e tiro os pés da cama, corro para lavar a cara o mais rápido possível, quero aproveitar o dia, e vou ate á rua e lá… vejo as nuvens como nunca antes, elas estão azuis ás risquinhas brancas…
É estranho nunca as tinha visto assim, tão belas, tão subtis, tão magnificamente puras, se calhar nunca as tinha visto de verdade, nunca as tinha sentido como agora, nunca as tinha agarrado e vivido a sua essência, e então flutuo subo ate elas, toco-lhes, são do mais fofo algodão, da mais pura carícia que podia sentir nas minhas mãos.
Sentada nas nuvens tão belas e tão diferentes vejo o mundo lá em baixo, muito mais perto de mim do que quando estava lá em baixo e via as nuvens, parece um mundo tão confuso e de tantas cores que ate nos baralha para onde devemos olhar, é tão estranho visto de cima, só me apetecia puxa-los a todos cá para cima para poderem ver como tudo é tão lindo visto de cima, tão livre e tão leve… Sentindo aquele azul e branco tão ténue, mas tão vivo…
É estranho nunca as tinha visto assim, tão belas, tão subtis, tão magnificamente puras, se calhar nunca as tinha visto de verdade, nunca as tinha sentido como agora, nunca as tinha agarrado e vivido a sua essência, e então flutuo subo ate elas, toco-lhes, são do mais fofo algodão, da mais pura carícia que podia sentir nas minhas mãos.
Sentada nas nuvens tão belas e tão diferentes vejo o mundo lá em baixo, muito mais perto de mim do que quando estava lá em baixo e via as nuvens, parece um mundo tão confuso e de tantas cores que ate nos baralha para onde devemos olhar, é tão estranho visto de cima, só me apetecia puxa-los a todos cá para cima para poderem ver como tudo é tão lindo visto de cima, tão livre e tão leve… Sentindo aquele azul e branco tão ténue, mas tão vivo…
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