Tentando ver o que não é preciso
Sentindo mais do que explicando
Tentando
Alcançando
Vendo
Tocando
Vagueando no vazio
Aquela lágrima de alegria
As palavras lindas
Aqueles sentimentos
Já perdidos
Esquecidos
Confundidos
E agora mais que resolvidos
As luzes do palco acendem
Levantam-se as cortinas
Ouvem-se as palmas
Para te ver a ti…
O mundo não para de girar
As estrelas não param de morrer
Os pássaros voam e poisam
Não deixa de haver mal ou bem
Mas já pouco importa
Aquelas luzes que te ofuscam
Que te provocam
Que insistem
Que te fazem chegar a mim…
Tenta, corre, sofre
Alcança, luta, não percas a esperança
Cai, levanta-te, volta a tentar
Regressa, caminha, sente
Vive, inspira, descansa
Olha, esconde, revolta-te
Canta, ri, abre a asas
Voa, anda, fica
Aquelas luzes verdes
Luzeiro mais quente
Brasa mais ardente
Tocar mais suave
Olha para mim
E…
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
“Iris” Goo Goo Dolls
No fundo daquele verde
Cristal mais brilhante que qualquer estrela
Vais viajante que um barco
E mais calmo que a maré
Mais doce que o mel
Tão lindo e profundo
Maior que o mundo,
Algo que mexe algo que toca
Algo que n se esgota
Que poisa
Que nota
Quando o silencio é de ouro
Aquela paz estala
Nasce vida
Nasce alma
Se desfaz-se a lua
Nasce algo novo
Algo puro…
Naquelas mãos frias como aço
Mais seguras k um laço
Tão calmas, serenas
Plenas
Como é difícil esconder
Quando tudo é perfeito
Aquele sol desfeito
Aquele leito
(..)
Escuta apenas
(..)
As palavras mudas
Mas n surdas
O anseio evidente
Ardente
Aquele parar
O não sentir mais nada
Querer aquele todo
Porque as luzes se apagaram
Uma maior brilhou
Algo de novo tocou
Aquela musica escondida
Ressoou que nem melodia
No nascer de um novo dia
Tanta cor
Explodiu o mundo
Num segundo
Havia algo encontrado
Algo desejado
Algo…
Tão especial…
Sem palavras que cheguem quando um gesto as esgota…
Cristal mais brilhante que qualquer estrela
Vais viajante que um barco
E mais calmo que a maré
Mais doce que o mel
Tão lindo e profundo
Maior que o mundo,
Algo que mexe algo que toca
Algo que n se esgota
Que poisa
Que nota
Quando o silencio é de ouro
Aquela paz estala
Nasce vida
Nasce alma
Se desfaz-se a lua
Nasce algo novo
Algo puro…
Naquelas mãos frias como aço
Mais seguras k um laço
Tão calmas, serenas
Plenas
Como é difícil esconder
Quando tudo é perfeito
Aquele sol desfeito
Aquele leito
(..)
Escuta apenas
(..)
As palavras mudas
Mas n surdas
O anseio evidente
Ardente
Aquele parar
O não sentir mais nada
Querer aquele todo
Porque as luzes se apagaram
Uma maior brilhou
Algo de novo tocou
Aquela musica escondida
Ressoou que nem melodia
No nascer de um novo dia
Tanta cor
Explodiu o mundo
Num segundo
Havia algo encontrado
Algo desejado
Algo…
Tão especial…
Sem palavras que cheguem quando um gesto as esgota…
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
“O Meu Abrigo” Mafalda Veiga
Já sem medo
Desfazendo-me destas correntes
Libertando as palavras mais presas
Aquelas mais turvas
Dizendo algo que n diz anda
Nas palavras erradas
Com as maneiras certas
Na língua errada
Com…
A ausência de razão
Sem certezas
Sem motivo
Com tantas duvidas perdidas
E lágrimas já lavadas
Alma exposta
Por ai…
Sem lamurias
Longe de tudo o que é conhecido
Tudo o que nos faz mal
Que magoa
Aquela pedra lisa
Por aqui…
Nova
Completamente enérgica
Rosada
Salpicada daquela maré inquieta
Coberta…
Colada a esta brisa
Na onda daquela ave perdida
Chocando num céu limpo…
(…)
Tão difícil
Tão magico
Tão clássico
De tão modo confuso
Só ouvindo
Sem pensar
Deixando levar
Seguindo o ritmo
Indo
Embalando
Sorrindo
Chorando
Não pensando só sentindo
Como é bom assim
Continuando…
Desfazendo-me destas correntes
Libertando as palavras mais presas
Aquelas mais turvas
Dizendo algo que n diz anda
Nas palavras erradas
Com as maneiras certas
Na língua errada
Com…
A ausência de razão
Sem certezas
Sem motivo
Com tantas duvidas perdidas
E lágrimas já lavadas
Alma exposta
Por ai…
Sem lamurias
Longe de tudo o que é conhecido
Tudo o que nos faz mal
Que magoa
Aquela pedra lisa
Por aqui…
Nova
Completamente enérgica
Rosada
Salpicada daquela maré inquieta
Coberta…
Colada a esta brisa
Na onda daquela ave perdida
Chocando num céu limpo…
(…)
Tão difícil
Tão magico
Tão clássico
De tão modo confuso
Só ouvindo
Sem pensar
Deixando levar
Seguindo o ritmo
Indo
Embalando
Sorrindo
Chorando
Não pensando só sentindo
Como é bom assim
Continuando…
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
“Ilumina-me” Pedro Abrunhosa
O céu que s rasga em dois,
Lágrimas k caem aos pares,
Em Rios vazios
Nos regaços mais frios
Línguas surdas
Marés moídas
Praia do vazio
Canção calada
Da luz perpetua
Salvação dos impuros
Do branco ao preto
Da estrela á nuvem
Do meu céu ao teu mar
Daquela canção do silencio
Do sol da noite
Da calma revolta
Da duvida certa
Pintura fria de cera
Calor vago do espaço
Num silencio branco…
Ilumina-me
Naquele prado de erva rasa…
Ilumina-me
Embalar sozinho
Mãos desfeitas
Sol,
Quente frio da noite
Calor do meu peito
Amor sem jeito
Pegadas do céu
Asas de inferno
Anjo caído
Solidão numerosa
No inconsciente mais sombrio…
Ilumina-me
Enquanto a chuva não chega
Ilumina-me
No vazio
Oco
Frio
E melancólico
Na dor de partir
Ficando desfeito
Naquele azul profundo e raso
Daquela janela perdida do nada
Luz e porta…
Lágrimas k caem aos pares,
Em Rios vazios
Nos regaços mais frios
Línguas surdas
Marés moídas
Praia do vazio
Canção calada
Da luz perpetua
Salvação dos impuros
Do branco ao preto
Da estrela á nuvem
Do meu céu ao teu mar
Daquela canção do silencio
Do sol da noite
Da calma revolta
Da duvida certa
Pintura fria de cera
Calor vago do espaço
Num silencio branco…
Ilumina-me
Naquele prado de erva rasa…
Ilumina-me
Embalar sozinho
Mãos desfeitas
Sol,
Quente frio da noite
Calor do meu peito
Amor sem jeito
Pegadas do céu
Asas de inferno
Anjo caído
Solidão numerosa
No inconsciente mais sombrio…
Ilumina-me
Enquanto a chuva não chega
Ilumina-me
No vazio
Oco
Frio
E melancólico
Na dor de partir
Ficando desfeito
Naquele azul profundo e raso
Daquela janela perdida do nada
Luz e porta…
domingo, 27 de janeiro de 2008
“Paixão” Rui Veloso
Naqueles dias de melancolia
Quando me sento sozinha a ouvir a chuva,
Quando dou pontapés nas pedras
Ou simplesmente fecho os olhos para me ver melhor
Enquanto não penso, pensando que assim será melhor
Olhando, mas não vendo
Não sentindo nada para além deste vazio…
Vazio cheio de confusão
Repleto de nuvens
Passado revolvido
Luz das trevas
Sombra clara do sol
Tocando sem todas as notas
Este piano agora já n tem tanta luz
Tanta cor
Perdido já mal ressoa
Como aquele sino calado…
Quando pomos tudo nalguma coisa depois perdemos tudo
Ou então por i simplesmente nunca o tivemos…
As mudanças parecem simples
E nem as notamos
Frases não justificadas
E abraços sem retorno
Palavras perdidas e vãs
Sentimentos coloridos agora são preto e branco
Empoeirados
Mas será k perdidos?
Por mais largos vazios
Mais ruas sombrias
Estradas confusas
Naqueles becas km saídas toscas
Será sempre assim…
Aquela do outro lado do espelho
É como k uma gota de água
Uma gota de orvalho transparente
Aquelas que caem do alto
Contrarias a mim….
Aquele calor k foge
Que sai, que me deixa
O frio da pele quente
Gelo cortante da mente
Tudo naquele vazio, nada
Em câmara lenta tudo foge… fica um nada…
Quando me sento sozinha a ouvir a chuva,
Quando dou pontapés nas pedras
Ou simplesmente fecho os olhos para me ver melhor
Enquanto não penso, pensando que assim será melhor
Olhando, mas não vendo
Não sentindo nada para além deste vazio…
Vazio cheio de confusão
Repleto de nuvens
Passado revolvido
Luz das trevas
Sombra clara do sol
Tocando sem todas as notas
Este piano agora já n tem tanta luz
Tanta cor
Perdido já mal ressoa
Como aquele sino calado…
Quando pomos tudo nalguma coisa depois perdemos tudo
Ou então por i simplesmente nunca o tivemos…
As mudanças parecem simples
E nem as notamos
Frases não justificadas
E abraços sem retorno
Palavras perdidas e vãs
Sentimentos coloridos agora são preto e branco
Empoeirados
Mas será k perdidos?
Por mais largos vazios
Mais ruas sombrias
Estradas confusas
Naqueles becas km saídas toscas
Será sempre assim…
Aquela do outro lado do espelho
É como k uma gota de água
Uma gota de orvalho transparente
Aquelas que caem do alto
Contrarias a mim….
Aquele calor k foge
Que sai, que me deixa
O frio da pele quente
Gelo cortante da mente
Tudo naquele vazio, nada
Em câmara lenta tudo foge… fica um nada…
sábado, 26 de janeiro de 2008
“Savin’me” Nickelback
Aquela canção, aquele grito mudo, as súplicas, tudo e não ouvias….
Eu chorei, rezei, supliquei
Mas estavas mais preocupado km outras coisas
Não era assim tão importante
Quando me atirava de cabeça
Quando caia no nada
Me partia
Nem davas por isso
Era apenas algo da mobília
Como se fosse algo comum
Como quem já n s importa
Não te ralavas…
Porque para mim já não há caminho
Só há pedras
As rosas já s foram
Ficaram os espinhos
A tua imagem já á muito se apagou
Mas continuam aqueles palavras na minha cabeça
Todas aquelas figuras partidas
Tentando ir
Tentando seguir
Ah sai
Desaparece
Deixa-me em paz fantasma do k já fui
Sombra oculta da lua
(…)
Só queria cala-las
Acabar com elas
Manda-las embora
Por favor…
Quando mais precisei
Estava sozinha
Quando mais lutei
Mais perdida
Até perceber o mundo
Até abrir os olhos
Até ver que a dor não levava longe
Até conseguir abrir a caixa
Me ver desaparecida
Imagem turva de uma vida
Savin’me…
Eu chorei, rezei, supliquei
Mas estavas mais preocupado km outras coisas
Não era assim tão importante
Quando me atirava de cabeça
Quando caia no nada
Me partia
Nem davas por isso
Era apenas algo da mobília
Como se fosse algo comum
Como quem já n s importa
Não te ralavas…
Porque para mim já não há caminho
Só há pedras
As rosas já s foram
Ficaram os espinhos
A tua imagem já á muito se apagou
Mas continuam aqueles palavras na minha cabeça
Todas aquelas figuras partidas
Tentando ir
Tentando seguir
Ah sai
Desaparece
Deixa-me em paz fantasma do k já fui
Sombra oculta da lua
(…)
Só queria cala-las
Acabar com elas
Manda-las embora
Por favor…
Quando mais precisei
Estava sozinha
Quando mais lutei
Mais perdida
Até perceber o mundo
Até abrir os olhos
Até ver que a dor não levava longe
Até conseguir abrir a caixa
Me ver desaparecida
Imagem turva de uma vida
Savin’me…
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
“Try” Nelly Furtador

Olho á volta e não me conheço
Quanto mais penso em não voltar
Acabo por cair no mesmo erro
Tentando ser o que não sou
Vivendo o que não me pertence
Iludida com esperanças vãs
Algo que sei não existir, mas tento ver
Na corrente oposta
Qundo toda a gente corre
Eu vou andando
Abstraindo-me do mundo
Tenho de me afastar
Estou demasiado apegada
Tentando ser o que n vejo em mim
Tenho de tentar…
Tentar
Vejo tanta coisa
Ouço o que o vento me sussurra
Mas só o que me convém
Mascarando as palavras
Tentando perceber algo que não existe
Na esperança que os ouvidos ouçam melhor que o coração
Por já não haver mais lágrimas para chorar
Tentando porque preciso
E vejo-me como nunca vi
Não sou capaz de mudar
Por mais que queira
Vou ser sempre este beco sem saída
Não sou nada
Por mais k tente….
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar todos os dias
Posso fazer por ser melhor
Erguer a cabeça
Abrir os olhos
De uma vez por todas
Porque já case n há esperança
Porque já se foi tudo
Agora é comigo
Só posso contar comigo
Só posso fazer isto
Mas ás vezes dói
Dói sonhar de mais
Dói ter pesadelos quando acordada
Mas isso já não me importa
A minha alma já tudo suporta
Não quero saber
Vou em frente
Se cair vou me levantar
Eu sou capaz
Agora chegou a minha vez
Agora é a minha vez
Esta na minha altura de
Tentar…
Quanto mais penso em não voltar
Acabo por cair no mesmo erro
Tentando ser o que não sou
Vivendo o que não me pertence
Iludida com esperanças vãs
Algo que sei não existir, mas tento ver
Na corrente oposta
Qundo toda a gente corre
Eu vou andando
Abstraindo-me do mundo
Tenho de me afastar
Estou demasiado apegada
Tentando ser o que n vejo em mim
Tenho de tentar…
Tentar
Vejo tanta coisa
Ouço o que o vento me sussurra
Mas só o que me convém
Mascarando as palavras
Tentando perceber algo que não existe
Na esperança que os ouvidos ouçam melhor que o coração
Por já não haver mais lágrimas para chorar
Tentando porque preciso
E vejo-me como nunca vi
Não sou capaz de mudar
Por mais que queira
Vou ser sempre este beco sem saída
Não sou nada
Por mais k tente….
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar…
Posso tentar todos os dias
Posso fazer por ser melhor
Erguer a cabeça
Abrir os olhos
De uma vez por todas
Porque já case n há esperança
Porque já se foi tudo
Agora é comigo
Só posso contar comigo
Só posso fazer isto
Mas ás vezes dói
Dói sonhar de mais
Dói ter pesadelos quando acordada
Mas isso já não me importa
A minha alma já tudo suporta
Não quero saber
Vou em frente
Se cair vou me levantar
Eu sou capaz
Agora chegou a minha vez
Agora é a minha vez
Esta na minha altura de
Tentar…
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
“You and me” Lifehouse
Queria escrever algo bonito, usar a poesia, assim fazer algo k te deixa-se emocionado, mas n consigo, tenho a musica, tenho sol, tanto pra dizer, mas n sou capaz, como se as palavras fugissem e n me deixassem escrever…
Se calhar é por teres escolhida uma música que me deixa sem conseguir dizer nada, sem reacção, engolida num misto de coisas sem explicação…
Pensei k seria mais fácil escrever algo assim poético, algo k te iria fazer sentir bem, mas se calhar não sou assim tão poeta, se calhar não passa de fogo de vista…
Esta é a pior parte, quando não me consigo libertar das palavras, quando elas teimam em não sair, quando não me deixam dizer o que quero… ah deves estar a sorrir…
Parece que não me querem deixar ficar bem… apesar de puxar por elas estão demasiado espalhadas, não querem ceder, apenas pensam k o silencio as vezes vale muito…
Seria mais fácil n sei… n me consigo abstrair da musica como se ela me sugasse, me deixa-se incapaz de escrever algo meu que pudesse inferioriza-la… com demasiada pressão de escrever algo perfeito, algo belo algo poético, acabo por escrever algo banal algo k n diz nada…
Porque há dias em k a poesia n vem… mas um dia compenso-te…
Se calhar é por teres escolhida uma música que me deixa sem conseguir dizer nada, sem reacção, engolida num misto de coisas sem explicação…
Pensei k seria mais fácil escrever algo assim poético, algo k te iria fazer sentir bem, mas se calhar não sou assim tão poeta, se calhar não passa de fogo de vista…
Esta é a pior parte, quando não me consigo libertar das palavras, quando elas teimam em não sair, quando não me deixam dizer o que quero… ah deves estar a sorrir…
Parece que não me querem deixar ficar bem… apesar de puxar por elas estão demasiado espalhadas, não querem ceder, apenas pensam k o silencio as vezes vale muito…
Seria mais fácil n sei… n me consigo abstrair da musica como se ela me sugasse, me deixa-se incapaz de escrever algo meu que pudesse inferioriza-la… com demasiada pressão de escrever algo perfeito, algo belo algo poético, acabo por escrever algo banal algo k n diz nada…
Porque há dias em k a poesia n vem… mas um dia compenso-te…
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
“Farewell” Rosie Thomas
Sinto a chuva entre os dedos, e fico a observar o mundo pela janela, hoje não me parece tão triste… está quieto e silencioso, mas não dói tanto…
Hoje é um bom dia, para estar sozinha, para meditar, me encontrar, ler nas estrelas o dia de amanha, vendo a lua por cima da minha cabeça, ela mal mexe…
Agora sou eu que me sinto grande e o mundo quase me cabe na mão…
Como se uma lágrima quisesse escapar, mas não de tristeza, de uma certa nostalgia, ou um preenchimento cá dentro de que posso perder muita coisa mesmo, mas há certas coisas que estão sempre comigo, é ao me lembrar de o que cada gesto pequeno transforma-me numa pessoa melhor. Faz-me pensar que não estou sozinha, e sinto-me tão bem… obrigado…
Obrigado pelos sorrisos, pelas palavras, pelos abraços, pelas gargalhadas, por serem a minha força quando me sinto perdida… sem vocês meus alicerces já teria caído… obrigado ontem, hoje e amanha…
Hoje é um bom dia, para estar sozinha, para meditar, me encontrar, ler nas estrelas o dia de amanha, vendo a lua por cima da minha cabeça, ela mal mexe…
Agora sou eu que me sinto grande e o mundo quase me cabe na mão…
Como se uma lágrima quisesse escapar, mas não de tristeza, de uma certa nostalgia, ou um preenchimento cá dentro de que posso perder muita coisa mesmo, mas há certas coisas que estão sempre comigo, é ao me lembrar de o que cada gesto pequeno transforma-me numa pessoa melhor. Faz-me pensar que não estou sozinha, e sinto-me tão bem… obrigado…
Obrigado pelos sorrisos, pelas palavras, pelos abraços, pelas gargalhadas, por serem a minha força quando me sinto perdida… sem vocês meus alicerces já teria caído… obrigado ontem, hoje e amanha…
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
“Home” Foo Fighters
As pedras ferem os pés, mas já n me importo…
As vezes precisamos de sofrer
É uma dor que suporto
Deixa-me ver
Posso morrer,
Mas
Por enquanto estou por aqui
Sentada na escada
Vejo tudo diferente
As vezes tão apressada
N via claramente.
Agora calada
É tudo tão…
Não posso mudar o mundo
Mas posso ser mais eu
Por um segundo
Um sorriso teu
Eu
…
Obrigado por ter pouco
Mas ser feliz
Por um momento em petiz
Ter um pouco de louco
A chuva lava-me a alma
Já não tenho medo
Agora é calma
É segredo
Estou salva…
Não quero sofrer
Não quero
Vou lutar, vou fazer…
Sou um sorriso
Sou um olhar
Um suspiro
Um ficar?
Já não
Vou voltar
Vou lutar
Tudo muda
Faz-me lembrar
Alcançar
O luar
Desejo de ser…
De ficar
De fazer…
As vezes precisamos de sofrer
É uma dor que suporto
Deixa-me ver
Posso morrer,
Mas
Por enquanto estou por aqui
Sentada na escada
Vejo tudo diferente
As vezes tão apressada
N via claramente.
Agora calada
É tudo tão…
Não posso mudar o mundo
Mas posso ser mais eu
Por um segundo
Um sorriso teu
Eu
…
Obrigado por ter pouco
Mas ser feliz
Por um momento em petiz
Ter um pouco de louco
A chuva lava-me a alma
Já não tenho medo
Agora é calma
É segredo
Estou salva…
Não quero sofrer
Não quero
Vou lutar, vou fazer…
Sou um sorriso
Sou um olhar
Um suspiro
Um ficar?
Já não
Vou voltar
Vou lutar
Tudo muda
Faz-me lembrar
Alcançar
O luar
Desejo de ser…
De ficar
De fazer…
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
"Apologize" Timberland (feat. One Republic)

(…)
Até enerva, tanta coisa. Num mundo k cada x me é mais estranho… onde já n sei o k pensar, o k dizer, o k fazer, como agir? Quando o vento corta, e a agua já n limpa, tudo sem som, sem cor, sem direcção
Por cada passo só me apetece ficar
Será tarde de mais para lutar? Será tarde demais para vencer? Tarde de mais para acreditar?
Cada x parece mais tarde
Andando, rondando, não saiu do mesmo sitio mas parece k n importa… pk isso já so me fere a mim, porque já ninguém esta aqui ao lado…
Quando todos já perderam a fé em mim… porque é complicado e é melhor parar antes de dar errado… aqui já n vive nada só pó…
Cada x tenho mais medo de n ser capaz será k é tarde demais? Por vezes só apetece fechar os olhos…
É demasiado tarde para obter redenção… porque já n há esperança… por estar tudo no chão… já n há céu para mim já n o mereço… porque já n há luta, por n haver motivo… cada dia é só um epilogo… será o fim do inicio, o inicio do fim…
Até enerva, tanta coisa. Num mundo k cada x me é mais estranho… onde já n sei o k pensar, o k dizer, o k fazer, como agir? Quando o vento corta, e a agua já n limpa, tudo sem som, sem cor, sem direcção
Por cada passo só me apetece ficar
Será tarde de mais para lutar? Será tarde demais para vencer? Tarde de mais para acreditar?
Cada x parece mais tarde
Andando, rondando, não saiu do mesmo sitio mas parece k n importa… pk isso já so me fere a mim, porque já ninguém esta aqui ao lado…
Quando todos já perderam a fé em mim… porque é complicado e é melhor parar antes de dar errado… aqui já n vive nada só pó…
Cada x tenho mais medo de n ser capaz será k é tarde demais? Por vezes só apetece fechar os olhos…
É demasiado tarde para obter redenção… porque já n há esperança… por estar tudo no chão… já n há céu para mim já n o mereço… porque já n há luta, por n haver motivo… cada dia é só um epilogo… será o fim do inicio, o inicio do fim…
domingo, 20 de janeiro de 2008
“Eu sei” Sara Tavares
No fim do dia, já cansada só queria poder voar, deixar a mascara de lado e seguir em frente, andar adiante, vendo a minha cara na poça de água
Sem voz, sem fôlego, sem vontade, sem motivo
Podia ser mais fácil??? Será que era possível? E se tivéssemos poder para mudar o mundo, nem precisava mudar o mundo, bastava só mudar-me… porque só ele sabe
Mais dolorosa, mais fundo, mais abismal, mais sem graça e sem refugio.
Dou por mim a apensar em tanta coisa da qual me queria afastar, as quais vem sempre a tona como borras no café…
Só queria k fosse mais fácil, que me permitisse ir… n sei para onde, não ser por k caminho, n sei por k corrente, não sei por que mão, por que sorriso, por que refrão, mas… porque só ele sabe
Era toa mais fácil se conseguisse ver os meus passos andarem sozinhos, se o vento me levasse em frente, se visse aquela luz mais forte que eu… nunca sabendo por k lugar ir, só precisava de… porque só ele sabe…
Sem voz, sem fôlego, sem vontade, sem motivo
Podia ser mais fácil??? Será que era possível? E se tivéssemos poder para mudar o mundo, nem precisava mudar o mundo, bastava só mudar-me… porque só ele sabe
Mais dolorosa, mais fundo, mais abismal, mais sem graça e sem refugio.
Dou por mim a apensar em tanta coisa da qual me queria afastar, as quais vem sempre a tona como borras no café…
Só queria k fosse mais fácil, que me permitisse ir… n sei para onde, não ser por k caminho, n sei por k corrente, não sei por que mão, por que sorriso, por que refrão, mas… porque só ele sabe
Era toa mais fácil se conseguisse ver os meus passos andarem sozinhos, se o vento me levasse em frente, se visse aquela luz mais forte que eu… nunca sabendo por k lugar ir, só precisava de… porque só ele sabe…
sábado, 19 de janeiro de 2008
“30 Seconds to mars” The Kill
(…)
Podia querer correr… andar as voltas…
Até podia lutar… andar em círculos só isso sei fazer…
Por mais k tente fazer algo acabo sempre por ser um nada, por n conseguir reagir…
É tão forte e eu sou tão fraca
Só queria ter força, ter asas, ter um não sei o que
Desesperadamente fugir, fixar-me em mim e explodir, renascer, viver…
Dói tanto, de uma maneira sem explicação
De um modo k me consome, me arranha, me mata, me faz parva, como me deixa assim? Como é possível n me livrar…
J na tenho força
Quando tudo arde a minha volta e tu n vens me salvas
Não me vens buscar
Apenas me vês arder
Ficas apenas á espera
E escondida eu grito….
(…)
É só um instante em câmara lenta
Toda a minha vida num flash-back
Toda a minha vaga existência
Tudo o que n quer dizer nada…
Deixa-me sair, deixa-me lutar
Partir o mundo em duas partes
Toda esta luz me fere os olhos
Me tenta puxar para baixo
Porque todos me querem ver falhar
Rir-se de mim,
Verem que n sou capaz
Deixando-me afundar, vendo tudo desaparecer, tudo tendo uma não forma
Por mais k tente subir
Aquela mão k me puxa para cima me afunda…
Podia querer correr… andar as voltas…
Até podia lutar… andar em círculos só isso sei fazer…
Por mais k tente fazer algo acabo sempre por ser um nada, por n conseguir reagir…
É tão forte e eu sou tão fraca
Só queria ter força, ter asas, ter um não sei o que
Desesperadamente fugir, fixar-me em mim e explodir, renascer, viver…
Dói tanto, de uma maneira sem explicação
De um modo k me consome, me arranha, me mata, me faz parva, como me deixa assim? Como é possível n me livrar…
J na tenho força
Quando tudo arde a minha volta e tu n vens me salvas
Não me vens buscar
Apenas me vês arder
Ficas apenas á espera
E escondida eu grito….
(…)
É só um instante em câmara lenta
Toda a minha vida num flash-back
Toda a minha vaga existência
Tudo o que n quer dizer nada…
Deixa-me sair, deixa-me lutar
Partir o mundo em duas partes
Toda esta luz me fere os olhos
Me tenta puxar para baixo
Porque todos me querem ver falhar
Rir-se de mim,
Verem que n sou capaz
Deixando-me afundar, vendo tudo desaparecer, tudo tendo uma não forma
Por mais k tente subir
Aquela mão k me puxa para cima me afunda…
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
"Home" Mickael Buble
Cada vez que acordo, e sinto que chega um novo dia por um segundo, só acreditar ser este o dia…
Luto por me levantar da cama erguendo a cabeça pensando… será este o dia? O dia…
Tento manter-me atenta, arriscando viver o hoje o amanha
Mas às vezes custa tanto…
Não ter mais por onde pegar não ter sentido
Quando não estás por perto
Outra vida outro dia outro sol
Ai como é tão vago tão só tão ausente, relutante, patente, frio, desprovido de nada
Tenho sorte, azar ou n tenho nada
Só queria
Desejava ser este o dia
Ser este o dia… de voltar a ser o k já n sou a muito… ah esse dia
Porque merecia mais…tão mais
De tão longe …merecia o dia
Oh porque n me das esse dia…?
(…)
Vivendo como quem só sobrevive
Num mundo que n é o meu, de pernas pró ar
Onde nada corre bem
Mas, sim um mau sonho onde tenho de tentar
Tenho de lutar
Sendo o que n sou
Arranjando a força
Sem saber por onde andar
Rodeada de tantas coisas
Tanta gente e nada
Sozinha…
Ah se esse dia chegasse
Só disso precisava
Esse dia, essa esperança, já fiz tudo agora é a minha x
O meu dia,
Esse dia k me pertence
Desejo esse dia mais do viver
Ah está escrito na minha mão
Seria tudo… esse dia
Preciso tanto de acreditar… que esse dia vai chegar…. E vou ser…
Luto por me levantar da cama erguendo a cabeça pensando… será este o dia? O dia…
Tento manter-me atenta, arriscando viver o hoje o amanha
Mas às vezes custa tanto…
Não ter mais por onde pegar não ter sentido
Quando não estás por perto
Outra vida outro dia outro sol
Ai como é tão vago tão só tão ausente, relutante, patente, frio, desprovido de nada
Tenho sorte, azar ou n tenho nada
Só queria
Desejava ser este o dia
Ser este o dia… de voltar a ser o k já n sou a muito… ah esse dia
Porque merecia mais…tão mais
De tão longe …merecia o dia
Oh porque n me das esse dia…?
(…)
Vivendo como quem só sobrevive
Num mundo que n é o meu, de pernas pró ar
Onde nada corre bem
Mas, sim um mau sonho onde tenho de tentar
Tenho de lutar
Sendo o que n sou
Arranjando a força
Sem saber por onde andar
Rodeada de tantas coisas
Tanta gente e nada
Sozinha…
Ah se esse dia chegasse
Só disso precisava
Esse dia, essa esperança, já fiz tudo agora é a minha x
O meu dia,
Esse dia k me pertence
Desejo esse dia mais do viver
Ah está escrito na minha mão
Seria tudo… esse dia
Preciso tanto de acreditar… que esse dia vai chegar…. E vou ser…
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
“While My Guitar Gently Weeps” The Beatles
No tempo linear
Tempo sem vida
Sem ar,
Em corrida…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Tentando ser eu
Caminho
Olhando o que já foi, meu
Caminho…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Deixar o sol iluminar
A luz
Dar-me o mar
Que compus…
Como é vago
Ao largo
Sou só,
Eu, pó…
Não sei porquê
Mas dói
Um não doer
Nem quero saber…
(…)
Vou indo
No palco
Vou me consumindo
Caindo…
(While My Guitar Gently Weeps…)
No descobrir
No seguir
Porque tem de ser
Ate ao amanhecer…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Sou o que queria?
Ninguém sabia
Sou vaga,
fria…
Cantando
Sorrindo
Vou indo
Subindo…
Olho a rua
Mas ela não é minha
Nua
Nada me pretence
(While My Guitar Gently Weeps…)
O espaço voa
O me eco ressoa
Serei
Terei sido
Cantei
(While My Guitar Gently Weeps…)
Eu estou aqui
Estarei aqui
Aqui…
Tempo sem vida
Sem ar,
Em corrida…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Tentando ser eu
Caminho
Olhando o que já foi, meu
Caminho…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Deixar o sol iluminar
A luz
Dar-me o mar
Que compus…
Como é vago
Ao largo
Sou só,
Eu, pó…
Não sei porquê
Mas dói
Um não doer
Nem quero saber…
(…)
Vou indo
No palco
Vou me consumindo
Caindo…
(While My Guitar Gently Weeps…)
No descobrir
No seguir
Porque tem de ser
Ate ao amanhecer…
(While My Guitar Gently Weeps…)
Sou o que queria?
Ninguém sabia
Sou vaga,
fria…
Cantando
Sorrindo
Vou indo
Subindo…
Olho a rua
Mas ela não é minha
Nua
Nada me pretence
(While My Guitar Gently Weeps…)
O espaço voa
O me eco ressoa
Serei
Terei sido
Cantei
(While My Guitar Gently Weeps…)
Eu estou aqui
Estarei aqui
Aqui…
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
"Who Knew" Pink
Era um bom dia havia sol, era tudo tão claro, tão nítido e tudo arco íris colorido e paz, tão calmo, mas lindo… Mas algo mudou apetecia-me correr e quebrar a monotonia, cantar, dançar, saltar em cima da cama…ah ser criança outra vez tendo aquela sensação tão boa… ah voltar a…
(…)
Ia pela rua, tanta gente ah tão poucas vidas… todas tão no seu eu quase estranhas, apressadas nas suas vidas isoladas, cansadas… Só queria falar-lhes dizer-lhes olá, sorrir, ah como era bom pular pela rua enlouquecer um pouco, ser diferente, ser eu, ser louca ser pura…
(…)
Mas dava demasiado nas vistas, era demasiado estranho, pois então continuo em mim, continuo guardada no meu eu… mas cada vez que fico sozinha fecho-me de mim abrindo-me para o mundo… Canto, danço, sou eu… ah como já n me lembrava de ser assim, é bom, obrigado… Oh parece que voltei ao inicio, quer dizer não sai do mesmo sitio, mas foi uma viagem…
(…)
Ia pela rua, tanta gente ah tão poucas vidas… todas tão no seu eu quase estranhas, apressadas nas suas vidas isoladas, cansadas… Só queria falar-lhes dizer-lhes olá, sorrir, ah como era bom pular pela rua enlouquecer um pouco, ser diferente, ser eu, ser louca ser pura…
(…)
Mas dava demasiado nas vistas, era demasiado estranho, pois então continuo em mim, continuo guardada no meu eu… mas cada vez que fico sozinha fecho-me de mim abrindo-me para o mundo… Canto, danço, sou eu… ah como já n me lembrava de ser assim, é bom, obrigado… Oh parece que voltei ao inicio, quer dizer não sai do mesmo sitio, mas foi uma viagem…
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
"When I'm gone" 3 Doors Down
Passo pela rua tudo me parece demasiado grande, tão vazio e tão distante…sinto.me como que uma peça do puzzle mal colocada demasiado invisível, demasiado…demasiado…
Tanta gente, movimento, ahhh tanta coisa, tanto… a minha alma grita de voz cansada, as pernas já n kerem andar, de olhos inxados…
É tudo tão vazio, tão só, tão escuro… todos parecem fantasmas k s movem rapidamente passam por mim mas são.me indiferentes eu sigo devagar como em câmara lenta. Sinto o vento a puxar.me para trás mas eu luto ele suga.me, leva.me para longe mas n me deixa voar, só ficar…
Vejo.me de cima pareço ta diferente, tão lentamente…
Sinto a minha pele húmida do rio k nasce e s apaga…
Então vejo-os uns olhos que me estão a ver, incomodam.me caso parecem conhecer.me, olham.me por dentro deixam.me nua… ao mesmo tempo têm km eles um sorriso desafiador, parece rir.se na minha cara, ahhh… vêem-me tão bem… como os meus próprios olhos… parece k sou eu mas n sou, ou sou…
So… so…so…
Ahhh custa, tanto, tanto…
Vejo.me a cair mas abro as asas num voar tão alto kanto uma folha no xao, num cair tão ocioso, tão calmo mas tão barulhento… as mãos k me agarram não me deixam cair, dão.me calor… fazem.me sentir mas largem.me a seguir deixam.me no xao e desaparecem… e eu fico ali olho mas n vejo, toco mas n sinto, choro mas… nada…
Tanta gente, movimento, ahhh tanta coisa, tanto… a minha alma grita de voz cansada, as pernas já n kerem andar, de olhos inxados…
É tudo tão vazio, tão só, tão escuro… todos parecem fantasmas k s movem rapidamente passam por mim mas são.me indiferentes eu sigo devagar como em câmara lenta. Sinto o vento a puxar.me para trás mas eu luto ele suga.me, leva.me para longe mas n me deixa voar, só ficar…
Vejo.me de cima pareço ta diferente, tão lentamente…
Sinto a minha pele húmida do rio k nasce e s apaga…
Então vejo-os uns olhos que me estão a ver, incomodam.me caso parecem conhecer.me, olham.me por dentro deixam.me nua… ao mesmo tempo têm km eles um sorriso desafiador, parece rir.se na minha cara, ahhh… vêem-me tão bem… como os meus próprios olhos… parece k sou eu mas n sou, ou sou…
So… so…so…
Ahhh custa, tanto, tanto…
Vejo.me a cair mas abro as asas num voar tão alto kanto uma folha no xao, num cair tão ocioso, tão calmo mas tão barulhento… as mãos k me agarram não me deixam cair, dão.me calor… fazem.me sentir mas largem.me a seguir deixam.me no xao e desaparecem… e eu fico ali olho mas n vejo, toco mas n sinto, choro mas… nada…
Subscrever:
Comentários (Atom)
